A pedido do programa A CONVERSA É COM ACÉLIO TRINDADE desta quarta-feira, 26, a conselheira tutelar Tatiana Barros fez explanações sobre mitos e verdades sobre trabalho infantil.
A ideia surgiu após uma reportagem vinda do Médio Mearim, por meio do competente repórter Antonio Filho, falando da morte de um jovem de apenas 21 anos de idade, assassinado, brutalmente, na cidade de Bacabal que retransmite o programa por meio da 93 FM.
Na reportagem o pai do jovem, identificado apenas como Júnior (a vítima), reclama-se e revela que quis bater no filho de ‘pau’ para ensinar-lhe a trabalhar cedo, citando a idade de 6 anos de idade. Como Júnior sempre fugiu do trabalho, fugiu até de casa, foi morar com um tio e acabou assassinado.
Na cabeça daquele pai, se o filho tivesse trabalhado desde cedo jamais teria enveredado-se pelo caminho que o levou à morte tão jovem.
Até onde isso poderia ter final diferente se o menino tivesse começado a trabalhar da forma como o pai desejou?
A resposta passa pelas leis brasileiras aplicadas à criança e ao adolescente, por isso o programa pediu a colaboração do Conselho Tutelar que sugeriu Tatiana Barros para colaborar neste tema.
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Mente parada, oficina do “coisa ruim”, já diziam os mais experientes.
É muito fácil falar de ECA de forma didática, como se ele fosse o ideal, porém a realidade é dura.
Os jovens estão demorando a entrar no mercado de trabalho, principalmente nas regiões mais pobres do Brasil.
Resultado? Aumento no número de adeptos da geração NEM-NEM.
Detalhe, caso a situação persista, será questão de tempo para a pirâmide financeira do Governo Federal (vulgo Previdência Social) quebrar.
Tempos sombrios!