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domingo, 23 de agosto de 2026
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Por Dr. Suelson Sales: O que esperar do gestor municipal de saúde (parte I)

Após 27 anos de experiências no Sistema Único de Saúde, resolvemos começar uma série de resumos semanais com conteúdo para auxiliar aqueles(as) que ocupam ou ocuparão o cargo de Gestores(as) Municipais de Saúde.

Nossa intenção é compartilhar conhecimento objetivando ajudá-los (as) neste grande desafio.

O gestor do SUS no município deve garantir que todas as pessoas tenham acesso aos serviços de saúde de forma gratuita e igualitária. Isso significa que todos os tratamentos necessários devem estar disponíveis para todos os pacientes, tanto do município quanto daqueles encaminhados a cidades maiores.

Na gestão do SUS, é essencial que toda a população receba atendimento de qualidade. Para isso, é necessário capacitar os profissionais de saúde, melhorar as unidades de atendimento e fornecer medicamentos e materiais médico-hospitalares.

Além disso, é importante que o gestor realize ações preventivas, como campanhas de vacinação e programas de educação em saúde, para promover hábitos de vida mais saudáveis.

Então podemos dizer que uma gestão eficiente na saúde pública se caracteriza por:

1. Garantir os direitos das pessoas, independente de sua condição social, econômica ou localização geográfica.

2. Assegurar que todos tenham acesso a serviços de saúde de qualidade.

Dessa forma, o gestor municipal de saúde reduzirá os riscos de falhar em sua responsabilidade e aumentará a possibilidade de construir um sistema de saúde mais justo e eficaz, que atenda às necessidades de toda a população do município.

Por Dr. Suelson Sales

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

Um comentário

  1. Isso aí é o que também está na constituição. Pura obra de ficção, perdendo apenas para Thomas Morus, autor de Utopia, país imaginário onde o povo era feliz porque não tinha do que reclamar.
    Não existe no Brasil nenhum município cuja demanda por saúde seja atendida a contento das necessidades dos seus cidadãos.
    E não existe porque num país onde as desigualdades são enormes, as necessidades são maiores para recursos aquém da demanda.
    Vale ressaltar que a concentração de riqueza na mão de poucos é a origem da pobreza de muitos que precisam do SUS. Isso é inegável, porque óbvio.

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