Após 27 anos de experiências no Sistema Único de Saúde, resolvemos começar uma série de resumos semanais com conteúdo para auxiliar aqueles(as) que ocupam ou ocuparão o cargo de Gestores(as) Municipais de Saúde.
Nossa intenção é compartilhar conhecimento objetivando ajudá-los (as) neste grande desafio.
O gestor do SUS no município deve garantir que todas as pessoas tenham acesso aos serviços de saúde de forma gratuita e igualitária. Isso significa que todos os tratamentos necessários devem estar disponíveis para todos os pacientes, tanto do município quanto daqueles encaminhados a cidades maiores.
Na gestão do SUS, é essencial que toda a população receba atendimento de qualidade. Para isso, é necessário capacitar os profissionais de saúde, melhorar as unidades de atendimento e fornecer medicamentos e materiais médico-hospitalares.
Além disso, é importante que o gestor realize ações preventivas, como campanhas de vacinação e programas de educação em saúde, para promover hábitos de vida mais saudáveis.
Então podemos dizer que uma gestão eficiente na saúde pública se caracteriza por:
1. Garantir os direitos das pessoas, independente de sua condição social, econômica ou localização geográfica.
2. Assegurar que todos tenham acesso a serviços de saúde de qualidade.
Dessa forma, o gestor municipal de saúde reduzirá os riscos de falhar em sua responsabilidade e aumentará a possibilidade de construir um sistema de saúde mais justo e eficaz, que atenda às necessidades de toda a população do município.
Por Dr. Suelson Sales


Isso aí é o que também está na constituição. Pura obra de ficção, perdendo apenas para Thomas Morus, autor de Utopia, país imaginário onde o povo era feliz porque não tinha do que reclamar.
Não existe no Brasil nenhum município cuja demanda por saúde seja atendida a contento das necessidades dos seus cidadãos.
E não existe porque num país onde as desigualdades são enormes, as necessidades são maiores para recursos aquém da demanda.
Vale ressaltar que a concentração de riqueza na mão de poucos é a origem da pobreza de muitos que precisam do SUS. Isso é inegável, porque óbvio.