O lavrador Raimundo Cabral , 56 anos, está no leito 34 do Hospital Geral Municipal de Codó, desde 13 de maio de 2024.
O problema que afeta 100% daqueles que ultrapassam dois meses acamado num leito do HGM – osso quebrado.
Quem nos enviou o pedido de socorro lamentou que neste período (iniciado em 13 de maio) pessoas que chegaram depois já foram transferidas e ele continua lá.
Por conta disso, a família e amigos não conseguem entender qual critério está sendo usado para as transferências uma vez que a necessidade (cirurgia ortopédica do fêmur) é a mesma para todos.


Cirurgia do fêmur não é a mesma para todos. Não existe generalidades para nenhum tipo de cirurgia. Generalidades só para fins eleitoreiros da oposição.
E a prioridade para cirurgia do fêmur depende de vários fatores. Da idade, da gravidade, se a fratura for nas extremidades, ou se é fratura exposta.
Certamente se houve pacientes com maior gravidade, é indicado que tenha prioridade.
Isso não é uma fila comum. Tem critérios médicos, e por ordem de chegada.
É o mesmo que dizer que eu estou numa fila para ser atendido, e de repente chega um paciente com maior gravidade. É lógico que esse paciente terá prioridade para passar na minha frente.
Segundo informações do hospital, o senhor Raimundo Cabral passa bem e não sente dores porque está sendo medicado adequadamente.
É compreensível a ansiedade dos familiares e do próprio paciente. Mas há de se compreender os critérios.
“Tem critérios médicos, e não é por ordem de chegada” — quis dizer.
Não é o teu pai azevedo.