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quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Notícias

As mudanças que BRAIDE fará em Codó já estão certas

Com a aproximação de janeiro de 2027, entramos naquele período clássico de transição e expectativa política.

É absolutamente natural e esperado que o governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide, ao assumir o comando do Estado, faça valer a força das urnas e o expressivo volume de votos que recebeu para desenhar sua própria equipe de governo.

​E essa reestruturação, como todos sabemos, não fica restrita aos gabinetes da capital. Ela se desdobra e alcança com força as 18 regionais do Estado — e, claro, a nossa regional de Codó.

​Nos próximos meses, veremos movimentações e trocas inevitáveis em órgãos estratégicos para o dia a dia da nossa população.

UPA, AGERP, AGED, URE, POLICLÍNICA

É  certo que teremos novas lideranças na Unidade de Pronto Atendimento (a UPA), na Unidade Regional de Educação, na AGERP, na AGED, na Policlínica entre tantas outras estruturas estaduais que impactam diretamente a vida de quem mora na nossa região.

​Mas a grande reflexão que precisamos fazer aqui não é se haverá mudanças — porque elas virão.

COMPETENTES OU INCOMPETENTES?

A verdadeira questão é: qual será o critério para essas escolhas?

Qual será o nível de competência e de preparo profissional de quem vai assumir esses postos?

​A história recente de Codó e do Maranhão tem nos ensinado lições duras sobre isso.

Repetidamente, vemos cargos públicos de altíssima responsabilidade sendo distribuídos unicamente com base em alianças políticas, trocas de favores ou na simples “amizade” com o político local que apoiou a campanha vencedora.

E o resultado dessa conta, infelizmente, a gente já conhece, é a  falta de gestão, ineficiência e serviços prestados sem a devida qualidade.

OS INDICADOS E O AVIÃO NO AR

​Colocar alguém sem o devido preparo técnico em uma gestão pública de impacto regional é o equivalente a entregar a cabine de um avião lotado de passageiros para quem ainda vai aprender a pilotar durante o voo.

O problema é que a população codoense está dentro desse avião e não pode pagar o preço de novos testes ou do improviso.

​Que as mudanças venham, pois fazem parte do processo democrático.

Mas que a prioridade da nova gestão estadual em Codó seja a capacidade técnica, o compromisso profissional e o respeito com quem depende desses serviços públicos diariamente.

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

3 comentários

  1. Acelio vc não citou a URS Codo, justamente por ser tão insignificante devido aos péssimos gestores que por ela passaram e atualmente. Pessoas despreparada para conduzir uma importante regional devido ao pouco conhecimento em gestão em saude e por justamente esse motivo de apadrinhamento. Nunca que vão olhar para os servidores de carreira que tem condições de gerir a gestão, mas infelizmente o apadrinhamento fala mais alto.

  2. Acelio, vc não citou o VIVA CIDADÃO E O PROCON. O PROC9N de Codó se tornou tão insuficiente que ninguém lembra que existe.

  3. Acélio a resposta você sabe. Primeiro critério é político, depois, e se der, vem o técnico. Isso é em toda gestão, local ou estadual. O Ideal seria que não fosse assim. É natural que você governe com quem lhe apoiou, é lógico, é racional. Quem lhe apoiou o fez por várias razões e, penso eu, tem a mesma visão ou tem pontos que convergem. Sou defensor (apresentei uma emenda à Lei Orgânica Municipal de Codó) neste sentido, dizendo que os cargos de Secretários fosse ocupadas por pessoas qualificadas, mas eu reconheço que este critério é muito subjetivo, pois temos várias pessoas qualificadas. Qual seria o critério para escolher uma ou outra? Na ausência de um critério definido, cabe ao gestor alinhar o apoio politico ao técnico. Tenho observado isso no atual gestor municipal. Suas secretarias tem pessoas politicas e técnicas, talvez com esse entendimento de governar com os que acreditaram no processo e trazer o mínimo de tecnididade para a gestão. Acredito que o Braide, fará a mesma coisa em Codó, pois um gestor ruim e o corrupto causam a destruição do serviço público, o primeiro por incompetência e o segundo por mal caratismo. Apoiamos o Orleans, não vencemos, mas desejamos ao Braide as melhores decisões.

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