A Secretaria Municipal de Saúde informou esta semana sobre o trabalho realizado pelos agentes de endemias e a vigilância em saúde no combate ao mosquito Aedes aegypti. De acordo com informações da secretaria, dos 33.842 imóveis inspecionados no mês de Janeiro, foram encontrados apenas 88 imóveis com focos do mosquito, o que corresponde a 0,2% de Infestação Predial. Esses números fazem o município de Codó ser classificado como ‘baixo risco’ para o Ministério da Saúde.

“É importante informar à população que esses números baixos refletem o trabalho diligente dos agentes de endemias, que por sua vez são fiscalizados por supervisores de campo da vigilância em saúde. Com motos e automóvel esses supervisores garantem a inspeção dos agentes. E se a população ainda tem alguma dúvida do trabalho feito em sua residência, pode acionar os supervisores”, explicou.
O secretário informou ainda que, mesmo estando em situação controlada em relação ao mosquito Aedes aegypti, o município irá intensificar todos os trabalhos no mês de fevereiro, devido aos dias de carnaval e o período chuvoso.
Ações de Combate
Com base nessa diretriz, a Coordenadora de Vigilância em Saúde, Karen Cruz, informou que o Município de Codó (MA) realizou ações de pesquisa larvária, tratamento dos depósitos servíveis, identificação de focos com larvas positivas do Aedes aegypti e tratamento focal, juntamente com atividades de educação em saúde em todos os bairros, visando sensibilizar a população no que diz respeito às medidas preventivas.
Único caso negativo em Codó
A Coordenadora Karen Cruz, logo após receber o exame específico de Zica Vírus do único caso de microcefalia em Codó, informou que o resultado foi negativo para a ocorrência do vírus no bebê. Entretanto, o bebê continuará sendo acompanhado pela equipe médica responsável e realizará novos exames para saber da origem da microcefalia.
Na reunião estavam presentes o Secretário Municipal de Saúde Ricardo Torres, a Coordenadora de Vigilância em Saúde, Karen Cruz, o Coordenador da Dengue, Antônio Egídio, o gestor regional de saúde, Ribamar Oliveira, e Alana Priscila, Coordenadora do Setor de Educação e Saúde da Regional de Codó.
Ascom – Prefeitura Municipal de Codó


só se for pra outros bairro por que no santo antonio ainda não passaram e se passaram….não fiscalizarammm
Aqui no residencial Trizzidela também não vir nenhum agente.
Cidade infestada de moscas
Propaganda mentiroa esse aí
Sorte que a MUSA KAREN CRUZ salva a saúde de Codó.
Basta olhar pra ela que esqueço até dos problemas de saúde e Codó! !!
Sou o segundo fã da Karen, só que ela não foi em casa ainda.
A PROLIFERAÇÃO DAS MOSCAS EM CODÓ É FRUTO DA GRANDE QUANTIDADE DE LIXEIROS ESPALHADOS PELOS QUATRO CANTOS DA CIDADE. ENQUANTO NÃO SE CONSTRUIR O ATERRO SANITÁRIO VAI SER ISTO AÍ. UM AMIGO MEU QUE PASSOU O CARNAVAL POR AQUI DISSE QUE ONDE ESTAVA HOSPEDADO NINGUÉM CONSEGUIA COMER DE TANTA MOSCA. OLHANDO PARA O LADO DO AEDES EGYPT A CIDADE É UM CENTRO DE PRODUÇÃO. A ZIKA TEM TODAS AS CONDIÇÕES DE DEITAR E ROLAR POR AQUI. ESTA HISTÓRIA CONTADA POR PARTE DO PESSOAL DE ENDEMIAS CARECE DE SER CONFIRMADA. EXISTEM IMÓVEIS ABANDONADOS PELA CIDADE A COMEÇAR POR ONDE FUNCIONOU A ANTIGA SUCAM. ALI DEVEM EXISTIR INÚMEROS FOCOS.