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sábado, 7 de novembro de 2026
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PROBLEMA NO CENTRO DA CIDADE – CFN começa a ganhar na Justiça Federal direito de demolir tudo que codoenses construíram numa faixa de 15 metros da linha do trem

A Companhia Ferroviária do Nordeste criou um grande problema para quem tem casas e terrenos dentro de uma faixa de 15 metros a partir da linha férrea que passa no centro da cidade de Codó.

Ela entrou na Justiça Federal requerendo o direito de domínio da área e o juiz Clodomir Sebastião Reis está concedendo liminar a favor da CFN.

Uma decisão, que chegou ao blogdoacelio por meio do filho da dona do terreno cuja casa fica de frente para praça da Bandeira, porém  com fundos que dão para a linha do trem, é  clara.

A Justiça Federal deu 180 dias, contados a partir da intimação, para desocupar e demolir tudo que estiver dentro da área de 15 metros da CFN no Km 290 (que é  o centro de Codó) “devendo restituir a área ao seu estado anterior”, ou seja, estado em que nada existia.

A dona que recebeu a ordem judicial detém toda a documentação de seu terreno, ainda assim o juiz federal deu ganho de causa à CFN.

Abaixo o relato do filho que nos pediu uma reportagem a respeito:

“Acelio queria te relatar um problema sério que está acontecendo com a residência da minha mãe que fica ali praça da bandeira lado linha ferrea cfn .pois bem ela tem todos os documentos da casa e terreno tudo registrado em cartório e legalizado, acontece q companhia férrea nordeste deu prazo de 90 dias para ela recuar 15 metros de casa …

Diz eles que todo os terreno a lado linha férrea que esteja centro urbano de codó vá ter recuar 15 metros codó .

Então vai demolir todo os comércio de centro d codo que esteja lado da linha… Vc poderia fazer matéria sobre és caso leva informações as pessoas q esteja com és problemas”, escreveu

A LINHA  É UM PROBLEMA

Ainda não sabemos quantos codoenses estão sendo processados na área central da cidade uma vez que muitos estão, há  décadas, com construções dentro da faixa de 15 metros que a CFN considera dela.

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

7 comentários

  1. A “famosa” faixa de domínio das ferrovias. Sugiro aos possíveis prejudicados que busquem, imediatamente, auxílio jurídico.

    Mais um exemplo da omissão por parte dos poderes Executivo e Legislativo, quando o assunto é PLANEJAMENTO URBANO.

  2. AQUELA OBRA FEITA NA GESTÃO DO SENHOR BNEDITO, TERÁ QUE SER TODA DEMOLIDA OU RECUADA.
    VALE LEMBRAR, QUE ESTÁ OBRA FOI INAUGRADA NO ÚLTIMO DIA DE GESTÃO DO CITADO GESTOR.
    FOI, MISTERIOSAMENTE, INAUGURADA ÀS PRESSAS INCLUSIVE COM ALGUNS TRECHOS INACABADOS OU MAL FEITOS.
    ALÉM DO GESTOR, À EPOCA, JÁ TER CONHECIMENTO DESTA PROIBIÇÃO O FEZ ASSIM MESMO. QUEM FEZ O PROJETO TEVE A TRISTE IDEIA OU MESMO INCOMPETÊNCIA DE CONSTRUIR UMA PASSARELA TOTALMENTE INÚTIL.
    CASO TENHA QUE OBSTRUIR PARTE OU TOTAL DA OBRA, QUEM PAGARÁ O PREJUÍZO ?

  3. O perigo mora ao lado!! Já imaginou o YT3M saindo dos trilhos e a quantidade de de.combustivel derramando na cidade? Incêndios?? Jamais! Crianças de escolas queimadas? Nunca! Então, que a lei seja APENAS cumprida! E que se vá BUSCAR reparos em quem FOI OMISSO!

  4. Já era tempo da ferrovia fazer um projeto para remover essa ferrovia que corta a cidade e colocar ela por fora do domínio urbano. Assim acabaria com os transtornos que ela causa no trânsito e dia dia da população, principalmente no centro da cidade.

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