A falta de qualificação profissional ainda é o grande empecilho para que pessoas com deficiência ocupem as vagas destinadas a elas dentro das empresas de Codó.
A legislação brasileira determina que uma empresa com 500 empregados, por exemplo, deve reservar 15 vagas para quem tem deficiência. Uma empresa com 1.000 empregados, deve reservar 40 vagas para pessoas com deficiência. E uma empresa com 5.000 empregados, deve empregar 250 pessoas com deficiência.
O blogdoacelio conversou com Eliel Lima, presidente da Associação Pestalozzi de Codó e um dos grandes batalhadores, ao lado da ASPEDEC (Associação das Pessoas com Deficiência de Codó) por vagas nas empresas que se enquadram neste perfil da lei.
Destacou que mesmo quando encontra a vaga o candidato não tem qualificação. Eliel também criticou a fala de cursos para capacitar pessoas com deficiência em Codó.

