O programa A CONVERSA É COM ACÉLIO TRINDADE entrevistou na terça-feira, 13, Michele Santos Viana, que apareceu na mídia de Codó no caso do trailer da praça de São Sebastião.
Ela não pode instalar em local pré-definido, onde já vende e tira o sustento da família há 4 anos, e teve seu trailer removido.
Antes de toda esta confusão que viralizou nas redes sociais ela contou ao jornalista que tentou localizar o prefeito para pedir autorização direta. Não achando o prefeito, foi acompanhada pelo secretário de Governo, André Jansen. Com autorização do secretário ela pagou R$ 800 para um carro-guincho dia 09 de novembro, uma quinta-feira. Na manhã seguinte, 10/11, avisaram-na de que já existia no local representantes da prefeitura querendo retirar
“A gente pediu pra ele (prefeito), até pelo amor de Deus, pra ele não tirar o trailer e ele disse que não podia colocar. Só que aí antes de colocar o trailer lá, eu fui procurar ele, passei muito tempo procurando ele só que aí não conseguia falar com ele”, explicou
ATUALMENTE
7 dias depois nada foi resolvido até agora. Ela esteve na Secretaria de Infraestrutura com Edinho Freire que tem prometido conversar com Zé Francisco para ver se ele abre mão da exigência de não instalar o trailer na praça de São Sebastião.
Edinho já oferecer o canteiro da Av. Duque de Caxias (em frente à casa do ex-prefeito Ricardo Archer). Michele já até concordou, mas a autorização de Zé Francisco nunca saiu.
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Tudo resolvido.
O trailer foi autorizado no canteiro central da av. Duque de Caxias, trecho em frente à praça.
Agora, convenhamos, se um trailer fosse instalado sobre o piso da praça, decerto abriria precedência para outros trailers também ocuparem o espaço, descaracterizando o logradouro.
Uma boa solução abrangente seria criar oficialmente um espaço no entorno da praça exclusivo para trailers — um centro de gastronomia de rua, como temos visto em muitas cidades Brasil afora.
Oi amor,michelly aqui.
Não me deram a decisão final,estamos aguardando o prefeito autorizar.
Ate então não me disseram se podia colocar o trailer lá ou não.
Errado demais, aqui em Codó as avenidas estão ficando feias de tantos trailer no meio das avenidas, sem contar com os perigos noturno, alguém se esconder e abordar um pedestre, em fim minha opinião na avenida não tem nada que atraia esse ambulantes a não ser no carnaval. Acho que tem que tirar todos, antes de ser assim como eles se viravam
Concordo plenamente com a Visi, Codó se transformou em uma verdadeira esculhambacao estão colocando trailer e containers em todos os locais que pertencem a população pior, desordenadamente e ninguém toma providências.
O Codo, infelizmente está a muito tempo jogado as pragas e as autoridades competentes nada fazem.
A população deveria se manifestar. O rapaz, é “prefeito” mas não é dono.
Será que este edinho freire secretario é quem estou pensando ? Se for, pelo amor de DEUS é o fim dos tempos. Estamos realmente f……….
Soube que fizeram uma edificação em plena praça no mangueirinha.
Alguém me manda uma foto, pois não estou acreditando.
Se for verdade peço aos vereadores que providenciem o afastamento deste rapazinho, ele está se divertindo e gozando da nossa cara.
Ninguém pode andar nos passeios públicos. Transformaram o património Publico em Privado. Na Praça de Sâo Sebastiâo fizeram uma tenda para uma garagem de uma SW4.
A ocupação desordenada do espaço urbano cresce assustadoramente sem que ao menos os vereadores criem mecanismos para regulamentar e limitar as instalações e edificações de pontos de venda e às vezes até de moradia em espaços públicos. Como consequência temos a poluição visual, poluição ambiental que estes pontos trazem. O odor e o derramamento de esgoto a céu aberto é outra problemática. Gerar emprego sim, mas com responsabilidade.
Concordo com você
A desordem começou quando um certo prefeito autorizou o inicio de obras sobre o canal do finado riacho água fria.
Eu imagino só o que deve ter por baixo destas construções.
A realidade é só uma ” CODÓ ESTA JOGADO AS PRAGAS ” e ainda pra completar veio este rapaz, para acabar de esculhambar.