
É espantoso o montante que o Governo Federal, por meio do FUNDO NACIONAL DE SAÚDE, já enviou para Codó entre 2021 e maio de 2024, verba carimbada com o título para “ATENÇÃO DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE AMBULATORIAL E HOSPITALAR”.
Exatos 44,90% do montante já enviado para a gestão do governo de Zé Francisco (exatos R$ 180.034.991,10 até o momento) foram para esta finalidade.
Mas o que é atendimento ambulatorial? é aquele que se limita aos serviços feitos em consultórios ou ambulatórios que, embora não necessitem de internação, podem, eventualmente, demandar, precisar do apoio de estruturas hospitalares, sem ultrapassar o período de 12 horas ( consultas, terapias, exames e alguns procedimentos).
Este atendimento pode ocorrer em postos de saúde, por exemplo, e alguns dentro do próprio hospital.
E O HOSPITALAR? como o próprio nome sugere, referem-se especificamente aos serviços oferecidos pelos hospitais. Incluem internações, cirurgias, tratamentos intensivos, serviços de emergência, entre outros. O objetivo é oferecer cuidados de saúde para pacientes que necessitam de atenção no próprio hospital.
A GRANA
Explicado o termo ATENÇÃO DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE AMBULATORIAL E HOSPITALAR é hora de você saber quanto, ano a ano, o governo Cidade de Todos já recebeu para esta finalidade.
Em 2021 – R$ 23.570.807,21
Em 2022- R$ 23.480.507,27
Em 2023 – 23.009.853,95
2024 (até maio) – 10.775.581,93
Ou seja, já são R$ 80.836.750,36 só para atendimentos ambulatoriais e hospitalar (HGM). Isso é quase a metade de tudo que já chegou para a saúde, exatamente, como disse acima, 44,90% do montante total.
Como justificar problemas tão sérios no HGM como o de deixar idosos morfando com ossos da perna quebrados por meses apenas para transferi-los para outros centros com capacidade de fazer a cirurgia?
NINGUÉM AGUENTA MAIS O GOVERNO DESTE HOMEM


Até o repórter de oposição Daniel Sousa, que recentemente precisou de serviços médicos no hospital municipal, reconheceu de viva voz em vídeo exibido no blog da Ramyria Santiago que o HGM no governo do Dr. Zé Francisco está mesmo muito melhor que na gestão do Nagib, quando então faltava até mercurocromo e os pacientes eram levados em carro de mão — e não dá sequer para negar, porque existe foto desse descalabro da gestão passada e testemunhas.
Acélio, ninguém é tão bobo assim para não saber que em todos os hospitais públicos do mundo inteiro as maiores demandas são atendimento ambulatorial e hospitalar, porque os procedimentos de menor gravidade são em número muito maiores que os de alta complexidade. Muito mais ainda em um município pobre com mais de 100 mil habitantes, o que justifica a despesa.
Você tenta, e jamais conseguirá, fazer das cifras seu mote para discurso de carro de mão.
Ótimo exemplo, Danielzinho.pqp