Um dos fatores mais interessantes inserido em um sistema democrático é a condição de divergências. A possibilidade de não silenciar, dizer o contrário, continua sendo o maior achado social. A liberdade do livre pensamento, da incongruência, do direito de escolha, faz de nós animais com black-tie.
Fico imaginando, aqui com os meus botões, a desumanidade ocorrida em paises onde foram implantados os regimes totalitários (Nazismo, Socialismo e Fascismo) . O resultado de tudo aquilo pode ser medido pelos corpos. Se o pensador alemão Karl Marx (1812-1883), criador da ideologia socialista, estivesse vivo seria um dos principais opositores de Fidel Castro. Karl Marx era contrário a implantação de regimes socialistas em paises pobres. Afinal de contas, vai dividir o quê?
O pensador francês Voltaire (1694-1778) é um dos principais símbolos da história do pensamento na luta contra a censura. Conhecido pela sua perspicácia e, também, pela defesa das ideias, ele sempre procurou lutar pela liberdade de expressão, pela liberdade política e econômica. Voltaire era um filósofo irônico, ácido nas palavras e extremamente satírico.
Em seu texto “Carta a Rousseau”, Voltaire exprime todo o seu sarcasmo sobre a obra “O Contrato Social” de Rousseau. “Ninguém jamais empregou tanta vivacidade em nos tornar novamente animais: pode-se querer andar com quatro patas, quando lemos vossa obra”, diz Voltaire.
Se Voltaire sentiu vontade de “andar de quatro” quando leu Rousseau, eu senti vontade de “azurrar” quando assisti a novela Reflexão de Sérgio Róchel. Sérgio Róchel é um orgulho da mídia codoense. Beijo-lhe os pés. É um grande repórter. Alem do mais, é modesto. Uma imagem perfeita, a de Sérgio Róchel. Primeiro, Amor e Decepção (2011). Depois, Reflexão (2012). Duas pérolas da dramaturgia codoense.
Fico imaginando por que um jovem “tão bem sucedido” em outras áreas disponibiliza-se em criar novelas. De fato, duvido que as novelas sejam consequências de uma inspiração passageira, efêmera. Longe disso. Não, não pode ser.
A novela “Reflexões” baseia-se em uma estória enfadonha e piegas, até mesmo piegas demais, em que não se percebe o centro e as diretrizes da estória, mas apenas o esforço de um jovem disposto a preencher buracos. Nada mais. Eu acho que Sérgio Róchel estava enfadado em sua vida, com crises existenciais, por isso decidiu sobrevoar em outros céus. Aterrissou na dramaturgia.
O principal recurso narrativo da trama de Sérgio Róchel é encher a trama de baboseiras. De um diálogo ambíguo e pobre. Ou seja, não existe recurso narrativo. A trama não ilumina. Não flui. Ao mesmo tempo provoca danos. Toda a estória persegue um risco calculado de seus personagens. Não estou referindo-me aos recursos técnicos da obra – câmeras e seus posicionamentos- seria pedir demais.
Os personagens de Sérgio Róchel são apáticos, iguais ao autor. São confusos. A ideia que o autor utiliza em seus roteiros é de um paradoxo incrível. Talvez não exista nem mesmo roteiro. Sérgio Róchel divulgou em seu facebook, no dia 12 de novembro, que a novela Reflexão não será mais exibida. Ele não expressa os motivos do término do contrato. Deixa transparecer sua tristeza sobre o fim da exibição da novela no canal TV Cidade.
Sérgio fala do Grupo Santos, ele é o próprio dono, que condiciona um total de trinta atores, dois cinegrafistas, quatro repórteres e outras pessoas que colaboram com o projeto. Ele finaliza agradecendo ao Ex-prefeito Biné, Dona Eliane e o Deputado estadual Camilo pela contribuição de uma quantia de R$ 1.600 reais. Sérgio, se você quiser, eu ofereço o dobro para você nunca mais pensar em escrever novelas. Codó ganharia muito com isso. Eu ganharia com isso, pois nunca mais eu iria azurrar.
(Kleber Santos)


kkkkkkkkkkkkk, eita mulekage. rapaz deixa o pobre moço em paz, com suas novelas…kkkkkkkkk!!!!
CHUPETA.
ah, eu gosto da novela. Acho que vc tá com inveja.
olha a polemica rapaz
KLEBER SANTOS, VC SE ACHA NÃO É? É UMA MERDA NA ÁGUA.
tu és um babaca, sabia?
Toda tentativa é válida, claro que ele não tem a estrutura de muitos. Temos coisas muitos piores no país. Uma vez assistir um filme de Bang Bang, quando começou o filme a filmagem foi toda feita à noite. Imagine um filme de tiros com filmagens só noturna. E o filme não era brasileiro. Então, ele tá perdoado… Trata-se de uma questão de gosto. A única crítica construtiva que faço é a respeito do nosso português: fazer escrição (para trabalhar na próxima Novela), altor (Autor da Novela),algusto (deve ser nome de algém da novela). É só mudar para o correto – Inscrição, Autor e Augusto.
(deve ser nome de algém da novela).
(DIGO DEVE SER NOME DE ALGUÉM DA NOVELA)
kleber santos, vaza os dois. vc, para de escrever essas baboseiras achando que é algum colunista da revista veja. E esse outro ai para de escrever aquelas porcarias de novelas. Coisa mais sem graça, acha q é o Aguinaldo Silva.