Santo Antonio dos Pretos é do século XVIII quando se tornou o refúgio de escravos que fugiam de seus senhores.
Territorialmente hoje é a uma área que reúne vários povoados com 196 famílias, das quais 37 vivem na chamada comunidade-mãe, berço cultural da umbanda codoense cujos santos e orixás, mostrados orgulhosamente à nossa reportagem por dona Raimunda Nascimento Guilhom, são festejados em junho e dezembro.
RESPEITO AOS ANTEPASSADOS
Gostam de preservar a memória de seus mortos – expõem fotografias, enterram no terreiro das casas. Tradições que sobrevivem à tímidas mudanças estruturais que chegaram num passado não muito distante.
Tem poço artesiano com água potável e energia elétrica. Agora, além da lavoura, eles também criam caprinos e o um pequeno rebanho de bois e vacas.
Muita coisa melhorou, mas os quilombolas da comunidade mais tradicional de Codó ainda enfrentam problemas, alguns deles na área da educação.
DEFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO
Existem duas escolas na localidade, mas na de nível médio, técnico-profissionalizante, inaugurada em 2010, não existe sequer um aluno de Santo Antonio dos Pretos. O professor e ex-diretor, Mário Sérgio Moreira de Queiroz, explicou que os jovens não conseguem terminar o ensino fundamental.
“Tá faltando, entre outras coisas, um envolvimento maior dos pais, da própria comunidade para incentivar seus filhos a continuarem estudando, pelo menos até terminar o ensino médio”, disse o professor
Sonhadores e dispostos a mudar a própria condição como Francimara Nunes, por aqui, só de outros povoados. Ela é de Santa Rita dos Moreiras e pensa em ter curso superior na área de agronomia.
“A gente sente falta dos alunos daqui de Santo Antonio dos Pretos”, reclamou a estudante de 19 anos
NA SAÚDE
Por falta de um posto quando a saúde falta no corpo é preciso coragem e força dos parentes para fazer o doente chegar à cidade. 47kms, as vezes, de moto.
“Um vai pilotando e outro vai segurando o doente que, as vezes, vai com o pescoço para um lado e para o outro até chegar no Codó (cidade)”, afirmou o quilombola Raimundo Miguel Viana
Mas apesar das dificuldades, Santo Antonio é uma comunidade de quilombolas tranquilos, de necessidades urgentes e sonhos modestos.
Aos 53 anos de idade seu Francisco Viana, por exemplo, quer ver apenas mais uma coisa ocorrer nestas terras – casas com coberturas de telha.


Esses moradores do Stº Antonio dos Pretos,deveriam fazer um abaixo assinado,para tirar da frente desta comunidade esse Maria Sergio,pois ele équem imperra o desenvolvimento daquela localidade.Vejam bem,nem seus irmãos o aprovam e ele fica insuflando aqueles humildes moradores com palavras enganosas,ensinadas e ensaiadas dioturnamente pelo Biné Pescador,fazendo lavagem cerebral àqueles pobres,mas honrados pais e mães de famílias.Aqui,fica o meu repudio ao Mário Sergio,por dizer que é líder daquela comunidade!!!