Nós estivemos ontem, 3, na região do polo de Socó, na zona rural de Timbiras, município onde a falta de aula atinge, desde o início do ano letivo em fevereiro, todos os 1.177 alunos do campo.
Por onde passamos, todas as crianças e adolescentes estavam em casa e não na escola sede do polo, a Gracho Alvim (pronuncia-se GRACO). Mais de 10 comunidades enviam seus filhos para estudarem nesta escola que estava sendo limpa por zeladoras preparando-se para receber estudantes à tarde, como prometeu o diretor do polo.
Ao voltarmos para a cidade de Timbiras fomos até a Secretaria de Educação ouvir o secretário Raimundo Nonato Sousa da Silva. Ele disse que o atraso no início das aulas foi a forma como recebera a pasta que hoje comanda.
Só na zona rural, apenas 22 das 47 escolas são de alvenaria, o restante é de pau-a-pique, em sua maioria sedes de associação de moradores cedidas pelos lavradores. Todas precisaram de reforma.
Disse que no Polo de Flores e Socó, onde estivemos, as aulas começariam ontem, 3. Quanto aos dois polos restantes com sedes em Bacaba e Lagoa Grande só na semana que vem por causa da falta de carteiras, mais de 900 tiveram que ser compradas para suprir a demanda rural. ASSISTA À ENTREVISTA COMPLETA


timbiras terra amaldiçoada
mumu bichola
Elegeu-se em outubro de 2.016, teve bastante tempo para fazer um diagnóstico, mas, a incompetência fala mais alto. Língua fala, língua paga.
A EDUCAÇÃO DE TIMBIRAS TEM VÁRIOS PROBLEMAS. O PRINCIPAL É QUE OS PROFESSORES NÃO SABEM ENSINAR. VAMOS RECICLA-LAS.
O POVO DE TIMBIRAS É BOM DE UMA COISA. AÍ NÃO TEM PRA NINGUEM É SÓ FOFOCAR, DANÇAR, BEBER E………….