A linha nada tênue da extrema direita que deseja governar Codó

Democracia, liberdade e respeito são categorias que não fazem parte do dicionário político da extrema-direita codoense. Dotada de força econômica e midiática, age sem escrúpulo e, descaradamente, empresta à comunidade uma postura inequívoca e tendenciosa pelo conservadorismo nacional. Foi o que se pôde perceber durante todo o processo desencadeado pela oposição de direita fascista para instaurar o impedimento da presidente Dilma Rousseff – que, diga-se de passagem, nada pesa contra ela.

Professor Jacinto Junior - um pensador contemporâneo
Professor Jacinto Junior – um pensador contemporâneo

A aludida expressão “a maior audiência do interior do Maranhão” não enfeixa a realidade concreta dos fatos, pois, a mesma sempre apresenta apenas um lado da moeda, o lado que lhe interessa. É, de fato, um terrível massacre a quem não pode se defender.

Em nenhum momento, tal sistema de comunicação propôs um debate sobre a temática do impeachment em suas cercanias. Se, verdadeiramente, tal sistema de comunicação tivesse um pingo de imparcialidade teria feito um processo, no mínimo, democrático com a participação de algumas figuras públicas locais que se posicionaram a favor e outros contra. Assim, seria legitimo afirmar categoricamente que tal meio de comunicação possui imparcialidade.

Através dessa linha editorial podemos classificar a intenção sublimada de como será a tática desse agrupamento político para tentar impingir ao povo codoense a pseudoideia de sua filosofia política como alternativa de poder.

A evidência dessa tática se verifica na prática como tem sido construída a imagem do pré-candidato – o ‘garoto virtual’ – da extrema direita associando-o a um produto bem elaborado, pronto para ser consumido com toda segurança e com prazo de validade definido. É notório o uso indevido de sua imagem com a finalidade de divulgar seu nome como pré-candidato, a prova disso, se verifica nas constantes aparições na tela e ondas radiofônicas de sua propriedade. Tal procedimento contraria a legislação em vigor.

O conceito de disputa em conformidade com os dispositivos legais (Lei Eleitoral) é meramente formal, pois, na prática, já se comete crimes eleitorais de forma absurda – isto se materializa na famosa cultura do apoio e ajuda aos brincantes de carnaval – os abadás, estão abarrotados de apoio – aos torneios de futebol no período que antecede as eleições, o deslocamento de veículos para realizar mudanças de uma residência a outra, liberação de portões de festas na zona rural e urbana e distribuição de bebidas alcoólicas aos ‘festeiros’ que, afinal, acham isso tão natural que acabam ficando viciados em pedir a qualquer candidato. Estes são alguns dos métodos usados pelos candidatos com o fito de angariar apoio e votos.

Contudo, gostaria de mencionar apenas um aspecto da ponta desse iceberg, considerando as categorias mencionadas no inicio deste texto, tendo como epicentro os ideais declamados pela extrema direita propondo-se como a esperança e a mudança que a cidade tanto deseja e quer. Ledo engano quem imagina que essa tendência política neoconservadora se transforme no elemento propulsor de tais modificações.

A linha editorial da extrema direita inspira apenas o metabolismo da caserna conservadora pautando-se no que há de pior sobre o ideário capitalista (monopolização de tudo!). Ainda não consegui deglutir o plano de governo dessa tendência política extremista, pelo fato simples de não ainda ter sido fabricado pelos intelectuais da ‘Califórnia cearense’: Sobral. Mas ele certamente ganhará corpo e dimensão a partir do mês de agosto. Pode acreditar.

O povo codoense precisa ficar antenado com o que denomino de ‘garoto virtual’ – o pré-candidato da tendência da extrema direita – na perspectiva de uma proposta abertamente mudancista e ousada. Já é perceptível a incapacidade intelectual (teórica) do ‘garoto virtual’, não consegue expressar suas ideias de forma concatenada, e, sim, se embaralha com o que quer expor, além de ser repetitivo. Sua assessoria ainda não conseguiu aparelha-lo com um método, uma estratégia que indique um movimento construtivo. Falta muito para que ele se desprenda de seus vícios burgueses e se torne uma liderança populista para angariar simpatia popular. Essa característica é inata ao individuo, quem não a possui jamais conseguirá sê-lo por intermédio de encenação orquestrada pelo marketing. Soa falso, é demagógico e deplorável!

Com a aproximação das Convenções aumenta-se a mobilização entre as diferentes forças políticas para conformar as respectivas alianças pontuais. Nesse processo evidencia-se uma verdadeira aquisição por parte do ‘garoto virtual’ em relação a algumas ‘pseudolideranças’ de primeira ordem que, de repente, tomam atitudes, digamos, temerárias e mesmo vergonhosas em troca de apoio. O caso mais explícito foi a debandada de alguns que antes fizeram juras de amor a um pré-candidato e, repentinamente, sentiram-se ‘acuados’, ‘pressionados’ e sem ‘liberdade para opinar’ dentro desse grupo e, por conseguinte, rumou-se para, indiscretamente, apoiar o ‘garoto virtual’ com toda força e sinergia que possa dispor. Nesse gesto, precede-se o oportunismo nefando e inoportuno. Tal método configura uma máxima histórica: “time que está ganhando não se mexe”. Mas essa mexida não fora de iniciativa do líder, mas do próprio jogador que se sentiu ‘prejudicado’, ‘desvalorizado’ pelo seu líder, e, portanto, ao encontrar guarida, oportunidade e amplo espaço em outro campo; não pestanejaram e se desfezeram de seu antigo líder. Agora, resta saber se, de fato, tal mudança de time resultará em benefícios ou prejuízos, pois, sempre haverá um prévio julgamento popular.

Diante das circunstâncias atuais, a concepção de unidade e/ou alianças táticas assumem características definitivamente emblemáticas, pois, a ala da extrema direita tenta a todo custo, obstaculizar a existências de oponentes ao seu pré-candidato, o ‘garoto virtual’; na pauta, o discurso da união em torno do melhor para Codó e o melhor é o ‘garoto virtual’! Por isso, a sociedade codoense necessita lidar com a aparência e a essência na politica. Tal discurso de ordem intimatória revela o grau de frieza e antidemocrática da questão da liberdade e escolha por parte da extrema direita.

Um dos mais eficazes e eficientes recursos que, de certa forma, tem sido recorrente para a extrema-direita demonstrar sua influência é a mídia. Na mídia tudo é perfeito! Entretanto, urge estabelecer uma distinção entre o que é benéfico e o que é profundamente nocivo. De um lado, temos a informação que recebe um tratamento especifico e inverte toda sua lógica, redimensionando sua finalidade e o público a quem deseja atingir; de outro, temos os ouvintes que, sob o frêmito efeito de tal notícia acabam por absorvê-la como verídica normal e natural. O perigo disso reside no processo da naturalização da informação truncada.

O/a cidadão(ã) codoense precisa avaliar com equilíbrio e bom senso o momento de depositar seu valioso voto. A eleição é a única oportunidade de a sociedade optar por um candidato e, neste sentido, o ponto essencial é manter-se afastado de figuras com as características reveladas pelo “garoto virtual”. A intenção da extrema-direita a priori é criar um clima de já ganhou e, ao mesmo tempo, incutir no imaginário popular a falsa ideia de que será a única candidatura comprometida com a modificação da realidade social de nossa cidade e, para isso, o seu grande modelo será a forma privada do empreendimento pertencente ao seu pai; entretanto, tal discurso impregnado pelo reformismo direitista não se coaduna com o espirito público. No setor público não é prioridade a competitividade, menos ainda, a fantasiosa tese da meritocracia, ideais neoliberais que se justificam através da exclusão e da miséria da maioria (devo alertar ainda que, o serviço público pode ser desenvolvido com qualidade, eficiência e transparência sem que haja a intervenção externa do ponto de vista ideológico capitalista).

Codó não pode se perder com o discurso da inovação e renovo, quando pode sim, desbravar uma perspectiva com a cara do povo, com o cheiro do povo e com um diálogo democrático e popular. “Prevenir é melhor do que remediar”, diz um adágio popular, portanto, conclamo à sociedade codoense evitar ‘remediar’ o erro, e, sim, ‘prevenir-se’ contra a extrema-direita que vem sistematicamente se propondo como alternativa de poder sem ser a alternativa. A ver.

16 comentários sobre “A linha nada tênue da extrema direita que deseja governar Codó”

  1. O problema já começa com a expressão “extrema-direita”. Que partido de extrema-direita temos no Brasil? O PDT, com seu símbolo da social-democracia? PSDB, que flerta com a Internacional Socialista? Ou seria esse mais um jogo de palavras igual quando dizem que Hitler também era de extrema-direita?

    Seria interessante o autor citar um único caso onde competitividade no setor público tenha gerado exclusão e miséria, ao passo que o oposto está repleto de exemplos.

    1. Caro pedro:
      1º a categoria (extrema-direita) tem a finalidade de definir política, social, cultural e economicamente, os representantes conservadores – ai incluem-se o multimilionário (presidente do PMDB local), principal articulador da candidatura do “garoto virtual’, que está filiado à sigla do PDT cuja ideologia distoa anos luz da filosofia pededista. Não confunda a ideologia social democráta com a aproximação do PDT com a 4ª IS, cujo líder maior desta legenda – Leonel Brizola era presidente de honra. Agora, o PSDB sim, é a sintese da socialdemocracia, espelhada no modelo Alemão(não há nenhuma afinidade com a doutrina socialista pededista espelhada no modelo francês – denominado ‘socialismo moreno’);
      2º No que tange ao famigerado Hitler não há nenhuma indicação de que ele era extremista, na verdade, ele sempre foi um NAZISTA.
      3º quando procuro estabelecer uma distinção entre público e privado é com a intenção de dizer que o setor público pode operar com eficiencia e transparencia, sem a necessidade de impor ao individuo a tarefa fordista/taylorista a ser desenvolvida num determinado tempo.

      1. Caro Jacinto,
        obrigado pela resposta.
        1. De fato, a principal diferença entre direita e esquerda parece estar no campo civil (conservadorismo/progressismo), mas no campo econômico as diferenças são mínimas, variando apenas do estatismo moderado até ao extremo à medida que se vá à esquerda no espectro político. Quando falo em “diferenças mínimas”, tomo como referência o liberalismo clássico, que defende o estado mínimo (ao contrário da direita e da esquerda). Sobre a divergência entre o referido candidato e seu partido, isso é algo que não posso opinar, mas o fato é que nenhum partido político no Brasil é assumidamente de direita, daí minhas dúvidas quanto ao termo “extrema-direita”. Sobre o PDT, até seu próprio símbolo é o símbolo da social-democracia, que nada mais é do que mais um tipo de “socialismo moderado e gradual”.
        2. Citei o caso de Hitler pelo fato de que é comum ouvir argumento de que ele era de extrema-direita;
        3. Também não precisamos de um modelo fordista/taylor. O livre-mercado já se mostrou muito eficaz nesta tarefa. Na verdade, muito mais eficiente do que serviços estatais ou os privados (porém altamente regulados) podem chegar, principalmente em se tratando do deficiente setor público brasileiro. Vejamos os exemplos da telefonia da Guatemala e da internet da Hungria. O livre-mercado os tornou melhores e mais acessíveis aos pobres do que em muitos países desenvolvidos.
        Não lhe parece ser uma opção mais eficiente e menos penosa para o Brasil?

        1. Caro pedro:
          Permita-me, humildemente, divergir de seu argumento no que tange ao livre mercado (classicismo liberal, podemos assim, definir).
          Ater-mei-ei apenas ao aspecto (e toda sua máxima “eficiência”) do citado caso da telefonia em Guatemala e net em Hungria:
          Argumento 1 – a tese da ‘mão invisível’ é sempre a eficiência e a qualidade do produto sob a regulação do livre-mercado para garantir preços competitivos; entretanto, temos como uma experiência absolutamente negativa dessa realidade: nossa telefonia é de pessima qualidade – todas as operadoras são incapazes de fornecer um serviço padrão “livre-mercado”, aqui fazendo um trocadilho da festança realizada pela Copa do Mundo por meio da FIFA; recorde-se desse discurso ‘Padrão-FIFA?’. Não é apenas nesse setor que a ‘mão invisível’ demonstra sua fragilidade e incompetencia como agente propulsora da equidade entre os fidedignos mercadores globalizados. Outro espectro negativo da ‘mão invisível’ é a incessante peleja dos conservadores/capitalistas/monopolistas/oligopolistas em desejar tudo que pertence ao Estado. Posso citar como exemplo, o caso da privatização do patrimonio brasileiro potencialmente promissor e que é hoje constatdo: a VALE do Rio Doce. É muito comodo para o capitalista encontrar e dirigir uma empresa produtiva totalmente estruturada como foi o caso em epigrafe e, o mais grave, foi a sua venda, preços módicos e infinitamente inferior ao que deveria ser paga efetivamente. Acho que isso é suficiente para demonstrar que o modelo de lvre-mercado só tem serventia para si. Saudações pedro…

          1. Prezado Jacinto,
            embora não possa parecer a princípio, nosso sistema de telefonia está bem aquém do que se pode chamar de livre-mercado. Junto com vários outros serviços básicos, a Telefonia do Brasil foi privatizada, mas não foi desestatizada. Ou seja, o Governo passou estes serviços para a iniciativa privada, mas continua no controle das mesmas através da criação das ANAS (ANATEL, ANEEL, ANAC, etc…). Na prática, agências reguladoras funcionam como uma barreira para o desenvolvimento, pois, ao criar um mar de burocracias, tornam quase impossível o surgimento de novas empresas concorrentes no setor. Pense na ANATEL, que inclusive já foi acusada de favorecer a formação de cartel com as 4 principais telefônicas do país, criando barreiras regulatórias e leis que impedem o surgimento de novas pequenas empresas ou a vinda de novas empresas estrangeiras para cá. É a chamada ‘teoria da captura’ onde os barões de um dado setor usam a regulamentação estatal justamente para se protegerem do livre-mercado. Pense nos vários setores da economia: os mais regulamentados são justamente os mais problemáticos: telefonia, internet, planos de saúde, postos de combustíveis…
            Nenhuma regulamentação, nenhuma canetada de político, nenhum burocrata do governo é mais eficiente para punir ou recompensar um empreendimento privado do que os próprios consumidores. Mas para isso funcionar, é importante que haja liberdade econômica que possibilite essa dinâmica.
            O exemplo brasileiro foi o que NÃO aconteceu na Guatemala, onde a deficiente e corrupta empresa pública não só foi vendida, mas também o setor foi desregulamentado, o que fez com que várias empresas de telefonia do mundo pudessem operar no país. O resultado é um dos sistemas de telefonia mais baratos e de qualidade do mundo! O mesmo válido para Hungria, que é capaz de oferecer uma net de 1Gbps por cerca de R$67,00! Que estatais do mundo conseguem isso???
            Sobre a privatização da VALE, concordo que foi um processo no mínimo duvidoso. No entanto, isso em nada culpa o capitalista. Quem a vendeu a preços inferiores foi um chefe-de-estado e não um capitalista. Quem criou a lambança do processo de privatização foi o modelo NEO-liberal do FHC, e não o Capitalismo. Embora o processo de privatização no Brasil tenha várias falhas, isso em nada muda o fato de que o livre-mercado é capaz de oferecer serviços básicos acessíveis e de qualidade como nenhum governo é capaz.
            Tenho gostado muito de conversar com vc. Obrigado pela atenção aos meu comentários.

  2. O ideal de poder público do Jacinto é a sua fraca passagem pela Secretária de Educação? O ideal de poder público do Jacinto é o esquema de corrupção montado pelo PT? O ideal de poder público é o radicalismo que separa os bons dos ruins? O ideal de poder público do Jacinto é o rancor, a inveja o paredão?

    O verdadeiro virtual, nessa história, é o próprio Jacinto que escreve detonando e na prática não mostra ações de seu trabalho como educador. Cadê o trabalho do Jacinto como educador? O que ele tem feito para ajudar os jovens rumo a uma educação melhor? Quantos projetos o Jacinto já realizou como educador?

    A sociedade codoense não ver no Jacinto nada de extraordinário, isso é tão verdade que o próprio Zito o tirou da secretaria, isso com o apoio da maioria dos educadores, que nunca o viu como um bom secretário.

    Jacinto, para quem não sabe, já carregou a bandeira da extrema direita de Codó. Ele já fez campanha para o Dr. Antonio Joaquim, já negociou como FC Oliveira a retirada de processo para poder apoiar o Zito e foi secretário do governo apoiado pela extrema direita.

    O Jacinto do Blog é totalmente virtual.O real é esse que a sociedade codoense não ver nada de extraordinário.

    1. Nonato, aprenda uma coisa: o verdadeiro pensador (teórico) é aquele que sabe acompanhar os fatos concretos e imediatos para, em seguida, avalia-los e, assim, desprezar o que é inútil no contexto ponderado!
      Sem alternativa de comunicação, somos forçados pelas circunstâncias a ‘engolir” algumas baboseiras que não refletem a essência da informação

  3. Já sentiram que o Jacinto tem razão. Extrema é a tentativa de monopolizar os preços dos combustíveis através de carteis escorchantes. E, dentro do contexto, direita é o nome da fantasia do engano. Para clarear, tanto o termo direita como esquerda surgiu ainda no afogo da revolução francesa de 1789, onde os jacobinos ante monarquistas sentavam à esquerda nos embates ideológicos. E o Jacinto, num texto oportuno, presta um enorme serviço ao povo codoense ao rasgar a máscara horrenda, não de assustar, mas de alienar o nosso povo. Uma máscara perigosa que fala (até no rádio!) Mas, para sorte do nosso povo, tais mascaras já vieram arriadas de fábrica, desnudando a verdadeira face, ainda mais fantasiosa que a máscara que veste, dos títeres e sequazes de apenas um capitão sem estrelas. Jacinto, o que enxergo é, lendo os comentários sobre seu texto, o quanto são tolos, para não dizer vazios na memória popular.

    1. Caro Murilo Salem:
      Minha intenção é objetivamente esclarecer os fatos e, com isso, ‘desalienar’ o(a) cidadão(ã) das trevas do inconsciente político.
      Apesar de toda crítica que sofro – de forma pejorativa e, até mesmo pessoal – não me dou por vencido, mas, sobretudo, recarrego minhas energias e continuo a percorrer o caminho a qual propõs caminhar. Sua explicação sobre o surgimento das categorias políticas foram acertadas – surgiram no clamor do efercescente processo revolucionário frances, em 1789. Mas, a falta de cultura e, especialmente, de leitores assíduos da história universal nos revela o nível que temos de comentadores sobre temáticas extremamente graves e cujos resultados afetam diretamente nossas vidas em nosso cotidiano. Mas uma vez, quero agradecer-lhe pela forma como você faz a leitura de meus textos com o olhar diferenciado.

    2. Caro Murilo,
      a informação sobre como surgiu os termos direita e esquerda é até interessante, porém em nada contribui para o contexto atual, uma vez que a tempos que estes termos mudaram de conotação. Na verdade, estes termos originalmente eram quase o oposto de hoje (esquerdistas eram quase que libertários e direitistas eram estatistas). Portanto, não possuem mais qualquer semelhança com o contexto atual.

  4. OS PETISTAS SÃO UMA ESPÉCIE QUE MERECE UM ESTUDO APROFUNDADO SOBRE O SEU COMPORTAMENTO. EM PRIMEIRO LUGAR UMA ESPÉCIE EM EXTINÇÃO PORQUE SÓ SOBREVIVE E HOUVER MUITO DINHEIRO PARA PATROCINAR AS SUAS CAUSAS. A SUA HERANÇA DE PENÚRIA FEZ BROTAR O ESPIRITO DA LADROAGEM INDISCRIMINDA. AINDA CONTINUAM ACHAND QUE ACABARAM COM A MISÉRIA NO BRASIL E QUE A DÍVIDA EXTERNA FOI PAGA. DEVOTAM AO SEU LIDER MÁXIMO UMA ADMIRAÇÃO CARACTERISTICA DAQUELES QUE VÃO AO PODER PARA TIRAR O MÁXIMO DE PROVEITO. FALAR EM DIREITA E ESQUERDA NESTA CIDADE ´R DESCONHECER A SUA HISTÓRIA POLITICA. NESTE EXATO MOMENTO ESTAMOS NUMA DISCUSSÃO PARA SABER QUEM SERÁ O PRÓXIMO CANDIDATO A PREFEITO. AS QUALIDADES PARA EXERCER ESTA FUNÇÃO NÃO PREOCUPA NINGUÉM. AS PREOCUPAÇÕES SÃO OUTRAS. OS PETISTAS ESTÃO SAUDOSOS DAS MAMATAS DESTE NEFASTO GOVERNO QUE ESTAMOS ASSISTINDO CHEGAR AO FIM. GANHAR E GANHAR BEM SEM TRABALHAR É O LEMA DOS PETISTAS, O AUTOR DESTE ARTIFO SABE MUITO BEM DISSO. GRAÇAS A DEUS ESTMOS NOS VENDO LIVRES DESTA PRAGA QUE ASSOLOU O BRASIL;

  5. Honrar um pensador não é elogiá-lo, nem mesmo interpretá-lo,
    mas discutir sua obra, mantendo -o, dessa forma, vivo, e
    demonstrando, em ato, que ele desafia o tempo e mantém sua
    relevância.
    (Cornelius Castoriadis)

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