Todos observam que desde que os vereadores intensificaram a participação de religiosos na abertura de suas sessões ordinárias, às terças-feiras, apenas pastores evangélicos, às vezes pastoras, sobem ao plenário para realizar o ato.
Está no regimento interno da Casa, art. 137, parágrafo segundo, a permissão que em nenhum momento a restringe somente aos evangélicos, pois seria um absurdo.
No entanto, não se ver qualquer mobilização da Câmara para que outros líderes religiosos, de outras religiões, principalmente as de origem africana como Candomblé e Umbanda, ou o Espiritismo que tem por base os ensinamentos de Alan Kardec que também é praticado aqui, usem o mesmo espaço.
Minha inquietude tem raiz no que tenho por conhecimento do que vem a ser a liberdade religiosa na Constituição Brasileira, a prática do proselitismo saudável à todas as religiões e do não ‘barrismo’ ao livre exercício destes cultos sobretudo em áreas do PODER PÚBLICO.
ASSISTA COMIGO ESTE VÍDEO E NÃO SE CALE, DEUS É DE TODOS E TODOS MERECEM O MESMO ESPAÇO.


O Estado Brasileiro é laico/secular, isso, teoricamente, prega a desagregação da religião e seus valores sobre os atos governamentais. Em uma democracia, a pluralidade de crenças e valores é incalculável, justamente por pousar sobre a liberdade. E o Estado deve agir com o máximo de neutralidade e igualdade possível com relação as mais diversas pautas, por isso, a laicidade é um princípio crucial para a manutenção da democracia e os direitos individuais e coletivos.
O momento religioso realizado no plenário da Câmara Municipal de Codó por si só é um erro, tendo em vista que o Estado é laico.
Se alguém ora, reza, bate tambor, etc… que faça isso no seu gabinete, não no plenário da Câmara.
Assistam a uma sessão da Câmara Federal ou do Senado para entender…
Boa iniciativa!
Por salutar, a isonomia religiosa se faz necessária. Todas as religiões aqui cultuadas tem o direito de se manifestarem na Câmara.
Em Codó o sincretismo é forte, e o babaçuê é sui generis — porque culto autóctone, pois teve origem entre quilombolas daqui.
A título de ilustrar o leitor, babaçuê deriva de ‘Barba Suera’ — Santa Bárbara, e não de babaçu como a ortografía e a fonética sugerem.
E o que nos diz o dicionáario sobre o que é babaçuê? O verbete consta no ‘Aurélio’ como sendo do Maranhão o culto jeje-nagô mesclado com ritos e panteão do candomblé de caboclo, da pajelança, do catimbó e da umbanda.
Taí, Acélio, esta é uma reivindicação louvável.
Deus seja louvado.
Já tá querendo inventar neh?
Antes de tentar desmerecer um comentário, vá pesquisar, senhor Aldo.
Seria bom que o nobre jornalista tivesse procurado a secretária da Câmara Municipal para obter informações verídicas acerca do exposto, e o motivo da participação maciça dos evangélicos é justa, visto que eles são os únicos que se disponibilizam virem todas as sessões. Todavia proponho ao nobre jornalista que nos indique lideres de outras religiões que estejam disposto a participarem do momento religioso desta casa, pois o que temos convidado até agora, não tem atendido o nosso convite.
Qem decide e o Ditador de Toga, Alexandre de Morais. Viva nosso STF, hj um partido politico.
“Felicidade”, percebe-se teu esforço de querer ser um completo idiota.
Na casa legislativo tem assuntos para serem resolvidos. Bota esse povo para fazer seus cultos em Igrejas, ou em suas casas…
Invocar o nome de um Deus de qualquer religião dentro desse antro de corrupção é um verdadeiro sacrilégio.
Principalmente quando se fala em Cristo dentro desta casa legislativa , pois lá está tudo o que Jesus condenou . Visto que seus representantes ( parlamentares ) , em sua grande maioria são avarentos, , nefastos , , sem , de dinheiro público, publicanos, e passíveis de …..