Na última quinta-feira (13), o vereador Pastor Max, juntamente com o Conselho de Pastores, se reuniu com o prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, onde o gestor sancionou a Lei que estabelece os Retiros Espirituais como Cultura no âmbito do município de Codó, incluindo no calendário oficial de eventos e no orçamento anual do Poder Executivo.

A Lei sancionada pelo prefeito é fruto do Projeto de Lei N° 02, de 16 de janeiro de 2023, de autoria do vereador Pastor Max, que solicitou ao Executivo Municipal que estabeleça os Retiros Espirituais e Culturais, como Cultura no município de Codó, pois nos Retiros Espirituais, evangélicos ou católicos são praticadas diversas manifestações culturais durante o período de feriado do Carnaval.

Mais uma conquista importante para nossa comunidade religiosa de Codó, seja ela evangélica, católica ou outro credo religioso. Foi sancionada pelo nosso prefeito Dr. Zé Francisco a Lei de nossa autoria que torna os Retiros Espirituais como Cultura em nosso município, coloca no calendário oficial e cria previsão orçamentária. Agradecemos ao prefeito Dr. Zé Francisco e parabenizamos nossos pastores e toda comunidade evangélica, católica, além dos demais credos, que poderão ser beneficiados com a nossa Lei. Esse reconhecimento a gente vai levar com a gente, saber que o nosso prefeito teve esse compromisso com a comunidade religiosa de Codó, seja ela católica, evangélica pra poder hoje tornar uma política pública, este é um momento muito importante pra nós“, finalizou o vereador Pastor Max.

14 Responses

    1. Despesa prevista no orçamento do Município…tolinhos…”…cultura no nosso Município…” . E esse momento deve ser financiado pelo Município e não pode ser realizados diariamente na igreja de cada um????

  1. Nada contra nossos irmãos protestantes mais acho isso errado usar dinheiro público pra patrocínio.tem tanta coisa que podia ser feito pelo nobre vereador.mais ele quer os votos dos abestalhados

    1. COMO SEMPRE SEU MAX SE PRIVILEGIANDO, O ÚNICO BENEFICIADO NESSA FARA DE DINHEIRO PÚBLICO SERÁ MESMO O ” NOBRE VEREADOR”.
      COMO SEMPRE PUXANDO BRAZA PRA SUA SARDINHA
      E O BESTA

  2. Quando nós, cidadãos e cidadãs pagamos impostos, o fazemos na expectativa que estes recursos retornem sobre a forma de serviços da saúde, da educação, da segurança, do lazer, do transporte, enfim, de ações que beneficiem a sociedade como um todo. Não vejo sentido incluir no orçamento municipal, dotações para atividades do tipo retiro espiritual de crentes e católicos. É uma atividade restrita às religiões. Eu pago impostos e tenho direito a tratar do assunto. Obrigado pela atenção.

  3. A despeito de o Estado ser laico, a história nos mostra que o pendor humano para transcender impede a secularização — que seria o afastamento da sociedade da religião. De maneira que a simbiose com as religiões sempre foi política social de Estados. De certa forma, a religião é o celeiro das utopias e esperanças que guarnecem com leveza à existência.
    Voltando ao tópico, desde tempos imemoriais que a prefeitura colabora com quermesses, procissões, e, de uns tempos pra cá, com retiros também. O Projeto de Lei, portanto, tem caráter consuetudinário, haja vista que está calcado no costume desse expediente. E Zé Francisco apenas sancionou o PL que a Câmara, que é soberana, aprovou.

  4. Dinheiro público deveria ser usado para financiar Saúde, educação e infraestrutura. Projetos que beneficiam a população em geral e não ser usado para programas religiosos beneficiando determinados setor da sociedade. Nada contra nenhuma religião, até porque participo de retiros espirituais mas sempre paguei com o meu próprio bolso.

  5. Ridículo, povo só quer ganhar grana em cima dos outros, até da tal religião, uma grana que não paga a vergonha que vão passar, nunca religião e política andaram juntas pra dar certo. Usaram até nome de pastor para ganhar voto. Conselho político aí.

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