A escola do povoado Santa Rita do Moisés foi desativada há dois anos, desde então todos os alunos foram transferidos para a do povoado KM 17, que fica a 5 km de distância.
Por conta disso quem saia de casa, atravessa a pista e entrava pra sala de aula passou a depender de transporte escolar, nem sempre presente.
São mais ou menos 30 alunos nesta situação. Como nós constatamos hoje, terça-feira, 17, há dias em que eles não estão indo a escola de jeito nenhum e há também um outro fato – as vezes o escolar aparece para leva-los e só lá na escola o motorista avisa que não há combustível para deixa-los em casa. Quando isso ocorre, todos precisam encarar os 5 km de estrada, a pé, que existem entre os dois povoados.
A justificativa ouvida pelos alunos tem sido sempre a mesma.
“POR QUE TEM VIR A PÉ? Porque não tem combustível aí a gente só vai, não volta”, respondeu Amanda Chagas à nossa reportagem hoje pela manhã.
Por causa da longa caminhada é permitido, as vezes, sair mais cedo da aula, como nos explicou Joaquim Brito.
“As vezes nós pede lá pra diretora pra sair mais cedo porque nós tem que vir de pé, então se acha uma carona vem…QUANTOS KM? Cinco quilômetros”
FUTURO COMPROMETIDO
Bento Rafael Pinto disse-nos que seu futuro está comprometido, e explica.
“Não é todo dia que ele vem deixar a gente, não é todo dia que ele leva a gente, aí muito alunos pensam em desistir, eu mesmo já passou pela minha cabeça desisitir…TEM DIA ENTÃO QUE NEM VAI? Nem vai, como hoje, hoje não veio nem vai também”
É preciso urgência na solução da falta de combustível para o transporte escolar que vem atingindo não apenas a rota de Santa Rita do Moisés onde o desânimo já está atingindo muita gente.
“Tem gente do 6º, do 7º, 8º até o 9º, tem gente que estuda no primeiro ano, igual ele ali aí vem de pé também”, revelou Maria Michele Sousa
A PREFEITURA DIZ O QUÊ?
O secretário de Educação, Ricardo Torres, informou que, mesmo a prefeitura estando em dia com o pagamento, a empresa que fornece o combustível (óleo diesel) não está conseguindo suprir toda a necessidade do transporte escolar. Torres prometeu regularizar a situação que atinge outras regiões rurais ainda esta semana.
“O posto que fornece o combustível não atendeu toda a necessidade do transporte escolar, gerando dificuldades em algumas rotas, apesar de a Secretaria de Educação estar em dia com os pagamentos de combustível. Temos previsão de regularização do fornecimento para até amanhã”, escreveu-nos o secretário.
“


kkkkkk piada, vão a pés.
SO FALTA O PREFEITO DIZER QUE NAO SABIA. LOGO PQ E ISSO QUE ELE SEMPRE FALA QUE NAO SABE DE NADA. AGORA É UMA FALTA DE RESPEITO DAO PRIORIDADES A OUTRAS COISAS E DEIXAM AS CRIANCAS SEM ESTUDAR, JA FECHARAM SUA ESCOLA ONDE A COMUNIDADE TANTO LUTOU. PREFEITO ZERO
Ora que escolas?? Pra votarem certos?? Só porque vcs querem….
Isso é ridículo: quem dizia que tudo ia mudar mudou mesmo é como mudou.
.. pra cativeiro camuflados