Conselheira Simone Monteiro e o bebê/foto: Francisco Oliveira
Conselheira Simone Monteiro e o bebê/foto: Francisco Oliveira

O delegado Zilmar Santana contou à imprensa que Lucilene Nascimento Silva, de 33 anos, fez amizade com a mãe do bebê de 3 meses numa maternidade de Teresina (Evangelina Rosa) onde também teria dado  à luz  uma menina.

As duas mulheres receberam alta, Luana, como é chamada, foi à cidade de Matões, onde mora a mais nova amiga.

Há cerca de uma semana e, possivelmente, já sem sua filha natural,  pediu primeiro para adotar o filho de sua vítima, os parentes negaram. Não satisfeita, a codoense teria aproveitado a ausência da família para pedir a mãe biológica do raptado para  levá-lo para fazer exames no serviço público de saúde de  Matões e fugiu para Codó.

Lucilene Nascimento Silva (Luana) está sendo procurada
Lucilene Nascimento Silva (Luana) está sendo procurada

 “Estreitado o laço de amizade e após receberem alta d maternidade, há aproximadamente 8 dias, ela esteve em Matões e subtraiu essa criança que a tinha sob sua guarda, no caso a genitora e veio para a cidade de Codó”, contou Zilmar

Depois de ver a foto de Luana divulgada no programa FALA CODÓ, apresentado por Edmilson Filho, no SBT/FCTV, em reportagem de Sena Freitas, O XERIFE, sob suspeita de rapto de uma criança,  a conselheira tutelar codoense, Simone Monteiro, revelou que   a sogra de Lucilene Nascimento Silva a denunciou ao Conselho e à Polícia Civil.

DESTINO

A criança  está na Casa de Passagem de Codó a espera do delegado de Timon, Dr. Antonio Valente,  e de parentes (provavelmente uma tia) dele para recebê-lo, oficialmente.

Mas a polícia ainda tem dois problemas para resolver – o primeiro é prender Lucilene e o segundo é descobrir o que ela fez com a menina à quem deu à luz em Teresina.

 “Ela teve a criança, uma menina, e saiu de lá com esta criança…MAS NÃO CHEGOU AQUI COM ELA? Não, não chegou, chegou com outro bebezinho…SABE-SE O QUE ACONTECEU? Não não sabemos”, afirmou Simone Monteiro

O delegado, Zilmar Santana, afirma que Lucilene está sendo procurada pela polícia do Maranhão e admite que só depois da prisão dela poderá saber o que ela fez com a própria filha.

 “Ela teve uma criança do sexo feminino e ainda não se sabe ainda qual o paradeiro desta criança que a autora deu à luz”, reafirmou

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