Biné e Ricardo Archer – o que ocorreu depois do encontro-bomba?

No mês passado a notícia que mais sacudiu o meio político foi a do encontro entre os ex-prefeitos Ricardo Archer e Biné Figueiredo, arquirrivais nas décadas de 1990 e 2000.

Ricardo Archer e Biné Figueiredo  - projetos comuns para 2016?
Ricardo Archer e Biné Figueiredo – projetos comuns para 2016?

Foi surpreendente, por isso causou tanto alvoroço no meio, mas até agora a pergunta continua entre os políticos – E depois do encontro, o que aconteceu?

A resposta é – NADA MAIS.

Não há notícias de que tenham se encontrado novamente ou, ao menos, que planejem um novo encontro.

Certo é que os dois, muito inteligentes politicamente falando (se não fossem não teriam governado Codó, juntos, por 16 anos), conseguiram acender um sinal de alerta em vários grupos locais.

De qualquer forma ambos conseguiram algo primordial na política – fazer o povo falar (de bem ou de mal).

Mas seria, realmente, interessante vê-los tocando terror na política com seus jeitos peculiares de trabalharem nas eleições.

Os novatos teriam que se virar nos 30 para não perderem a cadeira do Executivo em 2016.

14 comentários sobre “Biné e Ricardo Archer – o que ocorreu depois do encontro-bomba?”

  1. Ameaçado de cassação, Juscelino força barra para assumir controle de partidos
    Por Luís Pablo 11-08-2015 às 21:30 PolíticaComente

    Blog do Daniel Matos

    Desesperado com a ameaça de perder o mandato por decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), caso seja condenado em uma ação de impugnação por abuso de poder econômico, corrupção ou fraude, na qual figura como réu, o deputado federal Juscelino Filho (PRP) tenta, a todo custo, assumir o controle de partidos no Maranhão para aumentar seu capital político, acreditando que assim pode se livrar da cassação.

    Deputado Juscelino Filho (PRP)
    Deputado Juscelino Filho (PRP)

    Com a proximidade do julgamento do pedido de cassação, encaminhado no último dia 5 com as alegações da defesa ao relator do processo, Daniel Leite, o inexperiente parlamentar passou a mirar várias siglas.
    Após a tentativa fracassada de assumir o controle do PRP, do PR, e do DEM, este último presidido no estado pelo ex-deputado federal e atual primeiro suplente de senador, Clóvis Fecury, Juscelino Filho tem como mais novo alvo o PTdoB.

    Enquanto o enrolado deputado articula suas manobras, o processo segue seu trâmite normal. O próximo passo será o envio da ação ao Ministério Público Federal (MPF) para que este emita o seu parecer. Salvo algum contratempo, é provável que o julgamento ocorra no próximo mês, o que tem deixado Juscelino e sua defesa, patrocinada pelo advogado Márcio Coutinho, ainda mais tensos.

    Segredo de Justiça

    A Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) contra Juscelino Filho, que tramita no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA) em segredo de justiça, revelada pelo Blog do Neto Ferreira, foi movida pelo primeiro suplente da sua coligação na eleição passada, Ricardo Archer (PSL). No processo, ele acusa o titular do mandato de ter cometido abuso de poder econômico, corrupção ou fraude, que influenciaram, especificamente, no caráter democrático da eleição passada.

    Na acusação de abuso de poder econômico, o suplente alega que Juscelino Filho usou ilegalmente recursos financeiros para infringir a normalidade e a legitimidade da eleição. Na denúncia de corrupção, Archer aponta a destinação de diversos convênios celebrados pelo ex-secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Fernando Fialho, sogro de Juscelino Filho, com o claro objetivo de favorecer o genro.

    Juscelino Filho sabe que as acusações podem lhe custar o mandato. Por isso mesmo, se movimenta afoitamente e de forma inescrupulosa, na esperança de conservar o mandato, que está sob suspeita.

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