
O medo de ser vítima do mosquito da dengue faz da família de dona Maria das Dores Vieira, uma aposentada do bairro São Francisco, uma das mais cuidadosas do bairro onde mora na periferia de Codó.
“Se tem a vasilha com água, emborco tudo, guardo tudo ajeito tudo…LATINHA, CASCA DE OVO? Tudo, casca de ovo jogo logo no lixo (…)é perigoso juntar água, chega a dengue tem que se cuidar”, explicou
LIRAa
Isso mostra uma evolução na forma como os codoenses estão se prevenindo contra a doença, algo que pôde ser comprovado pelo mais recente Levantamento Rápido de Índice de Infestação Predial.
Em abril a média de prédios vistoriados pelos agentes de combate às endemias com focos do mosquito da dengue era de 0,9%. A de outubro ficou em apenas 0,3%.
A situação é considerada de baixo risco, comemorada pela Secretaria de Saúde do município que fez algumas ações que ajudaram no resultado.
“Ações educativas, através do carro fumacê, larvicidas onde tem os criadouros, combatemos os criadouros com ações educativas junto à população e também nossa equipe de endemias e conseguimos baixar o nosso LIRA”, explicou o secretário municipal, Cláudio Paz
COLABORAÇÃO
Até dezembro, antes do período das chuvas, o quarto levantamento que mede a infestação do mosquito nas residência deverá ser realizado, enquanto ele não chega, o pedido de colaboração para a população.
“Nós queremos aqui pedir a população que possa dar um acesso livre aos nossos agentes de endemias porque eles estão lá trabalhando, eles estão levando a saúde para as residências através das ações preventivas”, disse
O levantamento Rápido de Indice de Infestação Predial foi realizado a pedido do Ministério da Saúde em cinco cidades do Maranhão. Em Codó, no período de 2 a 4 de outubro, foram vistoriadas 1.541 residências.