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O trabalho do jornalismo na maioria das vezes precisa ir contra o que parece óbvio e nestas remadas contra a maré há um caminho tortuoso que precisa ser vencido apesar de todas as circunstâncias adversas.

Foi assim nesta história que me pareceu desconexa apresentada a mim no último domingo, dia 10 de setembro, quando tive acesso ao projeto de lei que autorizaria o pagamento do retroativo de maio, junho,  julho e agosto da enfermagem.

Desde então me mantive firme no intuito único de fazer o prefeito Zé Francisco, a secretária de Saúde Ava Fabian e os 19 vereadores explicarem aquilo que nem mesmo eles, inicialmente, sabiam do que se tratava.

Ontem, 5 horas e meia depois de muito trabalho e questões postas à mesa muitas verdades vieram à tona, descobriu-se que  muitos problemas ainda precisam ser resolvidos até que o dinheiro seja transferido na sua totalidade para as contas dos  428 contratados e dos 60 efetivos da enfermagem codoense.

Tudo porque alguém ousou questionar.

E com muita honra este alguém sou eu (de novo).

5 Respostas

  1. Sua jactância deteriorou a postagem.
    É a primeira vez que vejo um jornalista se enaltecer e ainda posar com semblante arrogante, impostura típica de gente carente por notoriedade.
    Graças a boa relação entre executivo e legislativo, nossos valiosos profissionais de enfermagem saíram bem na fita; o que, depois dessa bufonaria, não se pode dizer de você. Basta ver a fita.

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