Na última sexta-feira, 15, a gestora regional de Educação, Fátima Falcão, disse, em entrevista ao blogdoacelio, que estaria recebendo, à tarde, um engenheiro enviado pelo Governo do Estado que visitaria a CEQFAAM, o Centro de Estudos Quilombola sediado em Santos, cuja situação ‘desgraçada’ fora denunciada por este meio de comunicação, depois repercutida pelo jornalismo da rádio Eldorado AM e pela TV Cidade, no Balança Codó.
“Eu estou muito feliz agora, nesse momento, Acélio, que acabei de receber um telefonema de engenheiro que está vindo pra Codó, pra irmos no CEQFAAM, já havia falado com todas as autoridades competentes da educação, no caso a Seduc, no Estado do Maranhão, reivindicando melhorias pra aquela escola, como eu já te falei a situação que encontrei e hoje à tarde estaremos recebendo esses engenheiros e logo, logo iremos no CEQFAAM”, disse
“OS ENGENHEIROS VÃO FAZER O QUÊ, BASICAMENTE, VÃO DÁ UMA OLHADA? nós vamos olhar, quando eles chegarem nós vamos conversar pra ver a situação do CEQFAAM”, respondeu
O QUE HOUVE?
No dia seguinte, sábado, encontramos o diretor da escola, professor Ribamar Melo.
Ele informou que o engenheiro foi à escola, na zona rural de Codó, mas ela estava fechada (de fato está porque não há vigias desde julho de 2015, nem zeladores e os alunos estão de férias).
Como não encontrou ninguém, retornou à capital São Luís e ficou de voltar amanhã, terça-feira, 19 de janeiro.


Má gestão.So isso.Se tivesse dinheiro envolvido a situação mudava.Povo do P C do B só desmonta tudo que encontrou.Nao pagam vigias nem zeladores.Professores de matemática não tem.Aula nas escolas não são suficientes.Muita promessa.Muito verbo pouca ação. só muito papo e promessa . prestígio que é bom não tem.Dois que imaginavam poder fazer e nada.Vigias com fome.Fala …..o feio.
O CEQFAAM tem como pilar maior desenvolver as comunidades através da formação de jovens. O projeto é muito bonito, é uma verdadeira escola do campo. Agora, não se consegue trabalhar a pedagogia da alternância sem as famílias, o erro do Estado, é querer trabalhar a educação do campo excluindo as famílias do projeto, não dar certo. Em 2013, os alunos do CEQFAAM ocuparam a URE por três dias, para garantir a alimentação e manter a escola aberta. Os quilombolas são fortes e não irão desistir desse projeto educacional.