Um morador do povoado SANTA MARIA, às margens da BR-226, entre Jenipapo dos Vieiras e Barra do Corda, mandou fotos mostrando a presença da PM no local. Explicou em áudios que foi impedido de continuar a instalação de um quiosque.


Diz que a presença da militar teria sido a pedido do prefeito, mas até o fechamento desta reportagem, não disse de qual município, se de Genipapo dos Vieiras ou de Barra do Corda.
Entende o denunciante que foi perseguido por outras pessoas que também possuem pequenos empreendimentos às margens da BR-226 no mesmo povoado, mas com poder de aliança política quem podem prejudicá-lo.
“A gente mora aqui numa BR-226 entre Jenipapo dos Vieiras e Barra do Corda, o povoado é Santa Maria”
“Solicitou ao prefeito pra barrar um quiosque que a gente colocou lá pra vender lanche. O que aconteceu, mandou 3 viaturas, barrar nossa obra, ameaçar a gente de derrubar se a gente continuar nosso trabalho e sendo qual os outros quiosques do lado, que é o lado político, que solicitou a cobrança do prefeito, ele não tem alvará, do mesmo jeito da gente, como a área é do DNIT a gente ia monta um quiosquizinho porque no dia que o DNIT precisasse da área dele com todo direito ele ia tirar a gente e a gente ia sair”, diz no áudio.
Um abaixo-assinado com 150 assinaturas já está sendo providenciado para buscar a ajuda das autoridades que podem levar o caso à uma na solução.


PM.tem que ir é atrás de vagabundo, não de trabalhador a mando de prefeito.
Conmentarios so por que e velha pm perto incomoda e longe faz falta
Acho uma iniciativa boa, tem que mostras a todos que ele como um cidadã igual aos outros tem os mesmos direitos que ambos. Apoio a atitude , tem direito de trabalhar pra garantir o sustento de sua família.
Que pouca vergonha desses polícia e políticos se fosse um vagabundo querendo vende maconha prefeito deichava ele tá tentando sobreviver trabalhando
Em primeiro lugar ele tem que ter autorização do DNIT para fazer uma construção as margens da BR, pois é o órgão competente para dar a autorização. Segundo lugar, a polícia em nenhum momento não ameaçou ninguém e o responsável pela matéria pode até responder pois não há nada que comprove tal ação.