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A lua cheia e prateada iluminava a pequena cidade de Codó no ano de 1958.

Era uma sexta-feira, para muitos era noite de ficar em casa e de portas fechadas, pois havia rumores de que uma fera aparecia nas noites de lua cheia e assombrava quem dava de encontro com ela.

Por uma das ruas da pequena Codó um homem corre desesperadamente tentando se proteger de um animal que corria atrás dele velozmente. Ele gritava por socorro, mas infelizmente esse socorro jamais chegaria”

Trecho inicial do livro que conta uma história eletrizante, do começo ao fim, que se passa na Codó de 1958.

O escritor Cândido Sousa me concedeu a honra de fazer a primeira leitura, a próxima já será da editora que o lançará para todo o Brasil.

Ficção e realidade se misturam de maneira inteligente e cativante numa história de tirar o fôlego.

Aguarde, breve nas livrarias.

3 Respostas

  1. Meu caro jornalista, será que vai ter a porca que virava gente, que nas noites de lua cheia aparecia na Agenor Monturil, e em uma certa manhã, surgiu comentários que a porca foi baleada e estava no HGM e o povo queria invadir o hospital para ver a porca que virava gente, será que conta a história do cidadão que sonhou que a esposa depois de 15 dias sepultada, foi no cemitério do Codó Novo desenterra-la?

  2. Eu era criança, tinha 10 anos de idade, já se passaram 30 anos e ouvi e vivenciei momentos contados pelos moradores do codó novo que deixavam todos em Pânico, ruas escuras , iluminação precária, em noites de lua cheia era tenebroso em codó, minha sobrinha sofreu um ataque de um ser luminoso oque chamavam de aparelho do céu, ela correu apavorada, até hoje não se sabe oque aconteceu de fato , o ano era 1987. Se ouvisemos todos os antigos habitantes de codó daria pra escrever vários livros desta maravilhosa cidade…

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