A unidade improvisada do VIVA, instalada na escola Mata Roma, está funcionando das 8h às 18h, mas tem sido alvo de muita reclamação porque como o prazo é curtíssimo (só até 6 de maio) muita gente tem dormido na fila ou chegado às 3 da madrugada para receber uma das 100 fichas para tirar, por exemplo, carteira de identidade, cuja quantidade está limitada, segundo explicou à nossa reportagem o chefe de Execução.
“A Identidade a gente tem que limitar o atendimento porque não dá pra gente se comprometer em fazer um grande atendimento sendo que a gente não tem condições de atender até as 18h, tipo, 200 pessoas, então por isso a gente estipula esse valor de 100 pessoas por dia”, explicou Givanildo da Silva Sousa, chefe de Execução do Viva.
Quem não tem conseguido atendimento está se sentindo humilhado, a exemplo do lavrador Franscico Mesquita.
“AI NÃO É HUMILHAÇÃO NÃO SENHOR, é matar o pobre. 5 léguas de distância pra vir enfrentar e hoje não arruma nada, já vai embora e fica assim mesmo (…) e aqui se humilha, machuca, tira o coro e revira”, disse
Até agora não há previsão de prorrogação do prazo, ou seja, por enquanto está mantido a determinação de que o VIVA vá para outra cidade já na próxima sexta-feira, ao final do expediente.
“Determinaram que o atendimento acontecesse até o dia 6…PREVISÃOD E RETORNO? Ainda não temos, a gente tá aguardando uma posição ainda, ver se pode prorrogar ou não, porque assim como Codó tem outros municípios que têm essa carência de documentação básica”, explicou Givanildo Sousa

