Delegado Alcides apresenta vida criminosa dos suspeitos de terem matado filho de Chiquinho do Saae

 Chebinha, começou no crime ainda adolescente
Chebinha, começou no crime ainda adolescente revela delegado

O delegado regional Alcides Nunes Neto concedeu entrevista ao blogdoacelio falando sobre o avançar das investigações que levarão à prisão dos suspeitos de terem assassinado Haroldo Neto, morto na noite de Natal em Codó. Os dois já estão identificados e têm uma vida criminosa longa.

Chebinha, suspeito de atirar, começou ainda adolescente. Tem sobre as costas uma tentativa de homicídio no  carnaval de 2015 (caso em frente ao posto Jacy quando o trio ia subindo a Avenida Augusto Texeira), prisão por porte ilegal de arma de fogo e até já havia sido internado por 45 dias numa unidade de ressocialização para menores em São Luís.

Completou 18 anos no mês passado e agora responderá criminalmente caso seja comprovado tudo que a polícia está divulgando a seu respeito.

“Os dois já têm um histórico criminoso. O CHEBINHA já havia sido trazido à delegacia de Polícia Civil enquanto menor de idade por portar uma arma de fogo, um revólver. No carnaval deste ano ele havia atentado contra a vida de um indivíduo, ele teve internado provisoriamente este ano (por 45 dias)”, diz o delegado

Seu comparsa é Tony Glemesson dos Santos, 27 anos. Começou em 2012 onde foi preso em Caxias, primeiro, por envolvimento com tráfico de drogas. O delegado afirma que a condenação dele saiu em julho deste ano e, atualmente, estava em liberdade condicional.

“O Tony Glemesson, no ano de 2012, ele foi preso por tráfico de drogas no município de Caxias, inclusive ele já foi condenado por este crime, em julho deste ano, ele estava respondendo em liberdade. Os dois cometerem esse crime e nós estamos investigando a participação de outras pessoas que, por ventura tenham participação no crime”, afirma

A MOTIVAÇÃO

Resta determinar a motivação do crime e a polícia trabalha com duas hipóteses – rixa após uma briga no carnaval de 2015 ou vingança em razão de outra morte ocorrida em Codó na qual não fora comprovada a participação de Haroldinho, como era chamado.

“A motivação do crime, provavelmente, ou foi uma briga que aconteceu no carnaval deste ano ou uma situação em que ocorreu um homicídio aqui em Codó, alguns anos atrás no qual o Haroldo tinha sido apontado como tendo participação nesse crime, À época não foi comprovado, mas a polícia está investigando a participação de outras pessoas no cometimento do crime de Haroldo”, diz Alcides Nunes Neto

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