A TV cidade mostrou ontem, 31 de julho, com reportagem da jornalista Emanuella Carvalho, no programa Balança Codó, de Jeroan Almada, o drama da senhora MARIA Eva.
A mulher, que chorou o tempo todo durante a entrevista, tem 7 filhos, um deles ainda de colo, e os cria sozinha.
Foi desabrigada pela cheia do Itapecuru este ano, foi levada para abrigo. Voltou para uma casa alugada na Travessa Santa Catarina, número 05, por trás do mercado da praça Almirante Tamandaré, e paga pelo programa ALUGUEL SOCIAL.
Ocorre que o repasse do dinheiro feito pela prefeitura de Codó, segundo a entrevistada, está atrasado e o dono da casa a veio requer. O prazo para a saída já até findou-se e seria 25 de julho.
A reportagem teve o objetivo de angariar todo tipo de ajuda àquela família (dinheiro para pagar o aluguel de R$ 250,00, alimentos, roupas, remédios, etc…)
A matéria jornalística foi seguida dos comentários do âncora do programa. Jeroan criticou a falta do que chamou de Cadastro Social.
“É inadmissível que uma cidade do tamanho da de Codó não tenha um cadastro Social. Quê que é um Cadastro Social? é o prefeito pegar a secretária de Ação Social, contratar muitas pessoas, Codó precisa gerar emprego e renda, e fazer um levantamento da situação social das pessoas”, disse
Lembrou que nos 3 residenciais do programa Minha Casa, Minha Vida estão cheios de casas inabitadas, uma delas poderia ser entregue àquela senhora em situação tão degradante.
“Residencial Santa Rita até hoje tem casa que ninguém morou (…) casa tal tá fechada,passa essa casa pra Maria Eva rapaz isso é que é Justiça Social”, afirmou com veemência


Concordo contigo Geruan, que a cidade de Codó, precisa de emprego. Mas tudo na fala que eu chefe, pegou milhões pra gerar emprego, e ta ai nem te pagando. Concorda comigo???? fala ai.
Concordo com Sr jeruan! Codó tá um caos! Prefeito só demite e diminuem salário! A cidade parou, comércio parou, ninguém vende nada! Dinheiro não circula!
Agora eu pergunto:o que uma mulher de baixa renda, que não tem casa própria quer tendo SETE filhos. É humanamente impossível para qualquer governo, Federal, Estadual ou Municipal ajudar gente assim.
Esse é o maior mal desse país. Se vc não tem condições, se você não pode, porque tem essa quantidade toda de filho??
Se o pais já está em crise, as pessoas de classe média estão vivendo no maior aperto. e olha que essas famílias tem um ou dois filhos. Agora, porque as pessoas mais humildes querem se proliferar sem parar.
Não tem país que aguente isso. Ponham a mão na consciência
Culpa das políticas públicas implantadas nos governos do PT, cada filho a família de baixa renda recebimento um auxílio de mais ou menks 6 salários, auxílio maternidade, são 6 ou 4 não estou lembrando momento, mais o bolsa família, esse é o maior problema, é um programa bom é, mais vem sendo empregado de forma irregular, como se fosse vitalício, temos que mudar essas políticas, um dia a fonte seca, é o que está acontecendo hoje!
pois é Junior. Isso é uma loucura. e Esse povo quer ter sete oito nove dez filhos de uma vez. Agora se vier um politico falando em controle de natalidade acaba sendo condenado pelos defensores dos “direitos humanos” e da falta de planejamento familiar.
Isso é suicídio
Antônio na crise o melhor é ter filhos, investir…trepar…o governo garante.
se isso não parar Sandra, acabaremos como a Índia, um pais miserável, sujo, e cheio de miseráveis
A palavra Vereador significa VER A DOR. Dor de quem? Do povo, Então não se pode aceitar que um Vereador não converse com o POVO. Lamentavelmente não é isto que acontece.
Os exploradores de qualquer época só procuram escravos ou servos por uma única razão: esses trabalhadores precisam produzir mais do que aquilo que o patrão gasta para mantê-los. O trabalhador tem que produzir um excedente, isto é, uma riqueza maior que o que recebe de volta, caso contrário não vale a pena ter escravos e nem vassalos. Mais ou menos como o boi que carrega o arado na lavoura: o boi tem que “produzir” mais do que a ração que o patrão gasta com ele. Nenhum dono de animais vai querer, na sua roça, um boi de carga que não seja “econômico”, que não gere economias, riqueza, para o dono do boi. E o trabalhador só interessa ao patrão porque é “econômico” para seu empregador, na verdade porque gera riqueza extra para o patrão.
Estamos falando de exploração: “você trabalha para mim, produz um total de 20 mas eu só te devolvo 5, 6 ou 10 do total que você produziu; eu sempre tomarei um excedente em relação àquilo que você recebe de volta”. É uma relação de classe: a classe que vive do trabalho alheio, que nada produz, posicionada, socialmente, contra a classe que se vê obrigada a viver do seu suor, do seu trabalho. Portanto, no final de contas, temos uma classe, os trabalhadores, que carregam toda a produção social nas suas costas, para que um setor, com seus privilégios de classe, possa viver o bem-bom da vida burguesa, vida de rico. Eis a mais valia. Ou, nas palavras de Trotski:
O Brasil é um país de dimensão continental habitado por 200 milhões de pessoas. Atualmente, possui a 7ª maior economia do mundo com um PIB de quase R$ 5 trilhões. Possui recursos naturais abundantes. Diferencia-se das outras maiores economias por manter preservada grande extensão de seu território, com rica biodiversidade.
Além da riqueza econômica e da biodiversidade, o Brasil possui uma valiosa diversidade cultural. O povo brasileiro foi formado por diferentes matrizes étnicas, o que repercutiu nos costumes, tradições, artes, práticas religiosas, entre outras manifestações. O país é um belo mosaico que, apesar da grande diversidade cultural, não vive em conflito de ordem religiosa ou cultural que coloque em xeque a integração do território nacional.
Apesar da riqueza que tem origem na espiritualidade e diversidade de costumes, o povo brasileiro é materialmente pobre. A renda média da população é baixa. A participação dos salários na composição da renda agregada é de, aproximadamente, 50%. Os empregos gerados são, de maneira geral, de baixa produtividade. Há, ainda, um grande número de trabalhadores ocupados em vagas informais (50%) e mesmo nas vagas formais, não raro, os trabalhadores estão submetidos à condições precárias de trabalho.
Então, o Brasil é um país com enorme desigualdade social. Um dos países de maior economia, mas com um povo materialmente pobre. É também um país de grandes disparidades econômicas regionais. Essas disparidades entre as regiões precisam ser superadas a fim de que o país possa desenvolver-se plenamente.
A desigualdade entre as regiões e classes sociais no Brasil é resultado de um processo histórico que preservou a hegemonia do poder de elites locais na política regional e nacional. Este poder é reflexo da forma como foram organizados os sistemas produtivos (tipo de empreendimento e relações de trabalho) de cada época, em cada região. Dito de outra forma, faz parte da formação econômica do país.
Dona Maria Eva apesar das dificuldades devemos sempre preservar nossa dignidade.
Isso é um absurdo. Não tem a mínima condições de se manter, não possui um teto; porém tem 7 filhos???? Viva o PT. Tem que realizar uma ligadura nessa sr a, antes que a mesma de forma irracional, coloque mais crianças nesse mundo.
E agora Acélio tudo mentira?