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Despertai, vejo que o momento é crítico no que tange ao avanço do DESMATAMENTO DESORDENADO ( plantio de soja)em nossa região, por se tratar de sobrevivência de vida dos nossos biomas / flora e fauna, dado a grande biodiversidade de animais e plantas e nascentes d’água aqui existentes e que alimentam o nosso vale do Itapecuru que ainda permanece vivo.

Mas, um dia poderá deixar de existir.

E, pasme, esta extinção está vindo á jato , não a cavalo dado a dinâmica crescente das grandes negociações de compra de terras pelos gringos: paraguaios e uruguaios.

Não sou contra a manejamento planejado que obedece regras do desmatamento, 20% destinado para reservas de matas e leitos de riachos e olhos D’água .

Mas, quando não há este respeito quanto aos pré-requisitos que precedem aos grandes projetos de desmatamento, com intuito de implantar uma nova cultura de plantio, as consequências são de imediato, dentre elas:

êxodo desordenado do homem do campo para as cidades, aumento do calor, aumento de pragas / insetos em áreas urbanas, falta de água, ciclones, etc. instala-se um desequilíbrio ecológico causado pelo homem .

É uma aposta que não vale a pena, um ver para crer.

Vejo a necessidade urgente de montarmos um fórum de discussão coordenado pela sociedade cível organizada sobre está temática.

Em breve alguém pagará esta conta, talvez nós , filhos ou netos …

Herbeth Mendes Junior. advogado, economista e técnico em agropecuária.

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