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sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Dra. Rosicléia Soares fala sobre a importância de CONCILIAR

A advogada Maria Rosicléia Soares falou ao blog  sobre a Semana da Conciliação que está sendo realizada em Codó. Inicialmente, falou sobre a razão do trabalho dos advogados diariamente.

Advogada Rosicléia Soares elogia Semana da Conciliação
Advogada Rosicléia Soares elogia Semana da Conciliação

“Nós, na qualidade de advogados, buscamos, da melhor forma, adaptar o caso ao que a lei diz, a gente procura usar a hermenêutica. Adapta ao caso concreto, à lei e busca sanar, buscar trabalhar em cima da causa do cliente, nós vivemos de clientes, de trabalho, então é nesse sentido que ajuizamos”, esclareceu

Depois falou dos benefícios da conciliação. Para Dra. Rosicléia Soares, há perdas e ganhos para ambas as partes, mas todos ganham tempo e todos os benefícios de se evitar um litígio judicial já que muitos processos demoram anos e anos para obterem uma sentença.

“Quando ocorre uma proposta de acordo, eu fico feliz, até porque conciliação é uma coisa em que os dois ganham e perdem ao mesmo tempo, eu representando meu cliente não conseguirei o pedido completo, contudo, otimizamos tempo e nós sabemos que em muitos casos tempo é dinheiro e ficamos satisfeitos, de uma certa forma.O processo acaba, o juiz sentencia, todo mundo fica feliz, eu vejo dessa forma”

A semana da conciliação segue até sexta-feira, 27. Só no Juizado Especial de Codó são mais de 200 processos sendo resolvidos, segundo nos informou a juíza Dra. Gisele Ribeiro Rondon.

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

8 comentários

  1. ADVOGADO: DOUTOR POR EXCELÊNCIA

    O título de doutor foi concedido aos advogados por Dom Pedro I, em 1827. Título este que não se confunde com o estabelecido pela Lei no 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), aferido e concedido pelas Universidades aos acadêmicos em geral.

    Se Informar antes de comentar é no mínimo obrigação.

  2. Muito me admira um leitor criticar o emprego da palavra doutor, e demonstrar em suas palavras não ter concluído nem o Ensino Fundamental. Digo isso por que ao indagar: “Fez aonde o doutorado?”, esqueceu-se que “onde” e “aonde”, apesar de indicarem lugar, não podem ser utilizadas no mesmo contexto, pois a primeira indica localização e a outra transmite uma ideia de movimento.

    A parte o título dado por D.Pedro I, a que se referiu o leitor de codinome “Respeito”, vou além. O título de doutor era dado aos estudantes das leis antes mesmo do nascimento de Jesus Cristo. Os doutores da lei, citados em várias passagens bíblicas (Mateus, 23: 1-7,23-27; Lucas 2: 41-52, Lucas 5: 17-26, Lucas 10: 25-37, Lucas 11: 52), eram pessoas que dedicavam a própria vida a estudar a Lei, na época as escrituras sagradas.

    Além disso, também causa estranheza o fato de algumas pessoas rechaçarem o emprego de “doutor” aos advogados, mas permanecem silentes quando o emprego da palavra é dado aos juízes, promotores, etc., em patente demonstração de desconhecimento de que a legislação brasileira estabelece que não há hierarquia ou subordinação entre advogados, juízes e outros operadores do Direito, devendo prevalecer respeito recíproco entre todos.

    Contudo, não é minha pretensão defender o tratamento de doutor dispensado aos advogados, mas apenas anotar que tal tratamento não tem relação com título acadêmico, resumindo-se, tão somente, em forma respeitosa de dirigir-se aos operadores do direito, quer seja advogado, juiz, promotor, delegado, etc.

    1. Já que foi citado o uso do “onde” e do “aonde”, é importante lembrar que o uso da palavra “por que” (separado) é apenas em frases interrogativas ou quando podemos substituir por “pelo/a qual ou pelos/as quais”, já o “porque” (junto) é utilizado em frases explicativas e esta seria a forma correta a ser empregada no comentário acima.

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