Em clima de tranquilidade candidatos disputam as 160 vagas do IFMA Campus Codó

Transcorreu na mais absoluta tranquilidade o seletivo do Instituto Federal do Maranhão Campus Codó, realizado na tarde deste domingo (30), visando preencher 160 vagas de quatro cursos de nível médio da área técnica.

Menos de 4% dos 829 inscritos não realizaram a prova com 40 questões de português e matemática (20 para cada disciplina). Houve fila de carros no portão do Instituto, pais levando seus filhos para o teste.

Fila de carros e motos, alunos esperando portão abrir
Fila de carros e motos, alunos esperando portão abrir

Os portões, segundo planejou e avisou a presidente da Comissão do Seletivo, professora Ivana Duailibe, abriram-se, realmente, às 12h e fecharam-se, impreterivelmente, às 13h, daí por diante os candidatos enfrentaram 4 horas de prova.

Na saída muitos elogiaram o nível, outros reclamaram da dificuldade de algumas questões, o que é considerado natural. Aliás a dificuldade do teste não tem afastado os candidatos da concorrência pelas 160 vagas.

Este ano, o número de inscritos cresceu 40% em relação ao ano passado.

Procurando salas/foto de Sena Freitas
Procurando salas/foto de Sena Freitas

Noutra ocasião conversamos com o professor Renato Pedrosa a respeito desse crescimento e para ele isso significa que os cursos técnicos estão crescendo na preferência dos jovens em razão de que os coloca de maneira mais célere no mercado de trabalho, propiciando, de igual modo, retorno financeiro e até uma certa estabilidade.

“O JOVEM hoje em dia ele tenta entrar mais cedo no mercado de trabalho e os cursos técnicos dão essa possibilidade, qualificam profissionais num espaço de tempo, relativamente curto e têm um retorno financeiro razoável”, disse Pedrosa ao blog

A MAIS CONCORRIDA

O curso mais concorrido do domingo foi o Agropecuária, foram 5 candidatos para cada vaga oferecida. FOI mais concorrido, por exemplo, que o curso de Informática, que ficou em segundo lugar.

Professor Richele Rêgo, coordenador de supervisão pedagógica do Instituto, ver a adesão maior à agropecuária como um resgate que valoriza a principal missão da instituição de ensino que é oferecer ferramentas de transformação do meio rural nesta região.

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