O aumento no número de arrombamentos a comércios, clínicas e escritórios em Codó voltou a acender o alerta entre empresários e a população.
Somente nesta segunda-feira, 03, chegaram à redação relatos de novos casos, incluindo o de uma clínica que sequer conseguiu abrir as portas após encontrar janelas e portas de ferro completamente arrombadas.
A situação tem gerado revolta e medo. Empresários relatam prejuízos financeiros constantes, além da sensação de insegurança que se instalou na cidade. Muitos já investiram em câmeras de monitoramento, alarmes e, durante o dia, mantêm segurança particular.
Ainda assim, o período da noite tem sido descrito como “um terror” por quem depende do comércio para sobreviver.
Embora prisões estejam sendo realizadas, a percepção predominante é de que o problema não está sendo resolvido de forma definitiva.
A Polícia Militar tem atuado, mas acaba, na visão de muitos comerciantes, “enxugando gelo”.
Pouco tempo depois das detenções, os suspeitos voltam às ruas, e novos arrombamentos são registrados.
Diante desse cenário, surgem questionamentos inevitáveis:
Onde está a resposta integrada entre Polícia Militar, Polícia Civil e o sistema de Justiça?
O que está sendo feito para garantir que criminosos reincidentes não retornem rapidamente às ruas?
Existe um plano específico de combate a arrombamentos em áreas comerciais de Codó?
Codó não pode naturalizar o prejuízo como parte do custo de empreender. Não é razoável que trabalhadores durmam sem saber se encontrarão seus estabelecimentos violados na manhã seguinte.
O poder público precisa apresentar respostas claras, dados concretos e, sobretudo, medidas eficazes.
A segurança pública é um direito da população e um dever do Estado. Os empresários estão fazendo sua parte. Agora, cobram que as autoridades façam a delas.
One Response
Vejo que a questão não é a PM.e nem PC, o problema é o judiciário com suas leis brandas pra marginais. Tem um.ditado que diz ” pau que nasce torto, morre torto”. Não adianta prender e com dois dias soltar. Tem que manter preso e acabar com essa tal de saidinha. obrigar o preso apagar o prejuízo que ele causar.