Durante o mês de maio equipes do DMTRANS, Guarda Municipal e da CIRETRAN (Circunscrição Regional de Trânsito) estiveram panfletando nas ruas de Codó. Focaram na orientação mas também promoveram algumas mudanças.
Uma mudança registrada durante este mês foi a cobrança sobre o uso do capacete também pelo carona. Não é hábito do motociclista codoense levar passageiro usando este ítem de segurança, os fiscalizadores já começaram a impor isso nas ruas, mandando descer os sem capacete.
Para o chefe da 3ª Ciretran, Carlos Fortes, a medida visa diminuir o número de acidentes com sequelas graves e até mortes
“A não utilização do capacete pelo carona incide nos mesmos riscos do piloto, foi assim um custo para que os codoenses aprendessem, começassem a se educar pra usar o capacete, não é isso, e nós hoje estamos assim, chamando a atenção – a vida do carona é tão importante quanto a vida do piloto”, explicou
O que os fiscalizadores consideram ‘absurdos’ também passarão a ter novos olhares, conforme nformou o diretor de Segurança Patrimonial do DMTRANS, Ronaldo Moura.
“Absurdos, são 3 numa moto, 4, ambos sem capacete, três crianças, duas crianças isso são absurdos, atender o telefone também ao volante é um absurdo pode causar acidentes, então são coisas que nós estamos aqui orientando e se persisitir nós vamos ter que fazer o que a lei mandar que é notifica-los”, afirmou
Aliado a repressão a conscientização continuará nas escolas da cidade durante o mês de junho e a conversa será com pais e alunos, conforme César Roberto Oliveira Soares.
“Dia 4 agora já está agendada com pai de aluno, KM 17, Canto do Coxo e este trabalho vai ser o mais extenso possível…O QUE SE QUER FALANDO PARA PAIS E ALUNOS? Os pais são os maiores responsáveis por dá moto, carro, a menores não habilitados, que nem podem ser habilitados, responsáveis pela tragédias que há em nosso trânsito”, disse


Educar é importante mas é insuficiente, tem que fazer a fiscalização, não se ver mais em Codó nenhuma fiscalização nem a Polícia Militar, nem os Guardas de trânsito, certanente as autoridades não querem fazer.