Evento lembra o Dia da Consciência Negra em Codó

Foi festejado ontem, 19, o DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA, comemorado hoje em todo o Brasil, 20 de novembro. O evento aconteceu nas dependências do CLUBE DE MÃES DO BAIRRO SÃO BENEDITO, um dos mais ativos e organizados da atualidade.

Professora Dácia Abreu no evento contra o preconceito
Professora Dácia Abreu no evento contra o preconceito

O tema foi DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA, DIGA NÃO AO PRECONCEITO.

O local recebeu muitos jovens e a professora e pesquisadora Dácia Abreu, uma combatente aguerrida  em defesa dos direitos humanos voltados para a população negra.

Também houve apresentação cultural, entre as quais a tradicional capoeira codoense.

4 comentários sobre “Evento lembra o Dia da Consciência Negra em Codó”

  1. O Coletivo Núcleo agradece a parceria com o Clube de Mães do Bairro São Benedito na realigação do nosso encontro mensal o Traficando Informação. Em sum oitava edição o evento teve por tema do “CONSCIÊNCIA NEGRA: CONTAR E VIVER UMA CODÓ AFRO” e buscamos trocar com a comunidade daquele bairro muita energia positiva, mas principalmente referencias positivas sobre nossa negritude, não só fora do nosso município, mas a partir dele: a presença negra na cidade de Codó leva a um duplo debate por que nossa cidade tem um número expressIvo de negros e como eles vivem. Essas observações nos remetem a História do nosso país e de como as relações raciais são desenvolvidas aqui. Por meio da música, dança, capoeira e poesia o nosso sarau dez o resgate do NEGRO POSITIVO, BONITO, ARROJADO, FELIZ E PRINCIPALMENTE PARTICIPANTE ATIVIDADE DE SUA VIDA E DE SUA REALIDADE.
    Como o texto da matéria não enegreceu nossa ativa participação, idealização e construção da atividade nos sentimos instigados a evidenciar nosso protagonismo que remetem aos nossos oito meses de existência e organização de um entidade que seja um espaço de Mobilização e formação política cultural para o jovem codoense. Agradecemos ainda ao grupo de capoeira Guerreiros dos Campões, os grupos de dança Angels Dancers e Oz Absurdoz além das alunas da escola Renato Archer que abrilhantaram a tarde do último sábado com belas apresentações.

  2. Resumir o maior crime que a Humanidade já cometeu( não estou falando dos judeus e sim dos 45 milhões de africanos traficados para a América) a uma opinião que desprezap toda a violência com a sociedade manifesta para com a população negra é a maior prova de que o racismo precisar sera eliminado das nossas relações para que um dia ( e como eu espero por ele) Seja necessário mesmo só a “consciência humana” por que por hora vamos continuar a dizer wue racismo existo, pois infelizmente Codó também é Brasil e nesse país o racismo não só é estruturalegal, ele é estruturante em nossa mais variadas relações, inclusive aquelas que são íntimas e privadas.

  3. Concordo que a História está cheia de atrocidades: europeus escravizaram negros, negros escravizaram negros (própria escravidão que acontecia na África chegava a ser muito mais brutal do que a praticada pelos europeus). Zumbi dos Palmares também tinha seus próprios escravos negros. Tudo isso é lamentável MAS…
    não se deve colocar na geração atual o peso da responsabilidade dos atos da sociedade de séculos atrás (a tal dívida histórica não faz qualquer sentido) e muito menos se deve ter uma indignação seletiva, pois escravidão não foi um fenômeno exclusivo de europeus sobre africanos, como muitas das vezes se fazem parecer.
    Finalmente, nenhuma dessas atrocidades históricas invalida o que eu havia dito antes: Alegar que uma pessoa deva agir ou pensar de acordo com a cor de sua pele é uma grande demonstração de racismo. Esse era o pensamento dos escravagistas do passado.

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