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sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Governo repassa R$ 2,5 bilhões em seis meses para alimentação escolar

Nos primeiros seis meses do ano, o Governo Federal já repassou R$ 2,5 bilhões para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Após seis anos sem reajuste, o governo aumentou o valor repassado a estados e municípios. Ao longo de 2023, serão R$ 5,5 bilhões para melhoria da alimentação escolar de cerca de 40 milhões de estudantes da educação básica pública em, aproximadamente, 150 mil escolas do país. Os repasses são feitos por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação.

AUMENTO – Para os ensinos médio e fundamental, que representam mais de 70% dos alunos atendidos pelo programa, o reajuste foi de 39%. Para os estudantes da pré-escola e escolas indígenas e quilombolas, o aumento alcançou o patamar de 35%. Para as demais etapas e modalidades, a correção foi de 28%.

Outra iniciativa foi a criação do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica, para concluir aproximadamente 3.600 obras de infraestrutura escolar paralisadas ou inacabadas em todo o país. Também no início do ano, foi recriado o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), política voltada para fortalecer a agricultura familiar e garantir segurança alimentar e nutricional à população brasileira, em especial às famílias mais vulneráveis. Pelo PAA, o Governo Federal faz a compra direta de frutas, verduras, legumes e leite de agricultores familiares e direciona para escolas, hospitais, projetos sociais e unidades prisionais.

SEGURANÇA ALIMENTAR – No cenário mundial, o governo vem buscando a segurança alimentar para o país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, em abril, da “Cúpula de Segurança Alimentar e Nutricional”, com representantes dos países da América do Sul, em que discutiram soluções para a garantia da segurança alimentar face aos desafios geopolíticos e ambientais presentes; e a dinamização do comércio regional latino-americano.

Na primeira reunião conjunta da cúpula estendida do G7, em maio, no Japão, o Brasil e as outras 14 nações participantes assinaram uma declaração conjunta com uma série de propostas para tentar garantir a segurança alimentar em escala global, em busca de políticas para zerar a fome. O presidente Lula também discutiu o tema da fome e das desigualdades sociais em encontro com o Papa Francisco, no Vaticano, em junho.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

5 comentários

  1. Em Codó, de janeiro de 2021 a junho de 2023, o governo Zé Francisco já licitou mais de R$ 20 milhões em gêneros alimentícios destinados à merenda escolar.

    Em todas as licitações, o Frangolino saiu como vencedor.

    Alô MPMA, GAECO, MPF, PF, SWAT, FBI, NASA, alguém pare o “bonde das penas”!

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  2. Se uma empresa atende os requisitos do edital e tem o menor preço, por óbvio este fornecedor pode ganhar as licitações quantas vezes se encaixar nas regras. E a cifra é compatível com o número de alunos da rede pública.
    De resto, é falatório de palanque.

    1. Vc , “Cbriro”, mente sem arte.
      É um tolo que acha que alguém seja mais tolo ainda para acreditar no que vc posta aqui.
      Merenda nunca faltou.
      O que falta é oposicionistas de meia tigela, que nem vc, tomar vergonha na cara e deixar de ser ridículo.

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