Há 18 anos as crianças da Capela de Santa Luzia, que fica no final da Av. 1º de Maio, no bairro São Francisco,  são as primeiras a serem visitadas por Papai Noel e quanta alegria ele traz há quase duas décadas.

Talice Brenda, 11 anos,   voltou ontem, 24/12/2020,  pra casa com um conjunto de panelas e uma gratidão inspiradora.

 “Eu achei bom…POR QUE TALICE? Porque tem gente que não tem condição….E ISSO É LEGAL? É legal demais”, disse

Foi o primeiro ano do pequeno Francisco Wallison na entrega – saiu duplamente presenteado nos braços de uma mãe, dona Claudiana Matos, que era só felicidade.

 “Gostei…POR QUE? Porque eu não ti9nha condição de comprar pra meu filho…E ACABOU GANHANDO 2 LOGO? Hum hum…TÁ FELIZ? Muito”, respondeu a dona de casa

AOS DOENTES, COM AMOR

Pelo 18º ano a entrega passa  pelo Hospital Geral Municipal e a ideia inicial se repete que é a de dar um pouco de alegria às crianças que aqui estão internadas com a presença de Papai Noel e a entrega de brinquedos. Este ano, por causa da pandemia, houve algumas restrições na entrada, inclusive pra nós da imprensa, mas isso não significa que foi menos alegre.

Papai Noel que o diga.

 “Elas ficam tristes, deitadas no hospital, mas quando veem papai Noel elas ficam alegres, ainda mais ganhando presente, é uma satisfação muito grande  a gente ver isso nos olhares delas”, disse Leomar Teixeira, Papai Noel pelo 4º ano seguinte na entrega.

A ideia começou com a esposa de Augusto, O Gutim, como é chamado,  após um problema de saúde com um filho. Os anos foram passando e a entrega foi abraçada pelo grupo de casais da Paróquia do bairro São Francisco e agora todo ano chega gente nova pra colaborar, como Fábio Ferreira

 “Eu pretendo continuar, eu to levando hoje uma grande lição (…)  um ensinamento que eu vou levar pra o resto da minha vida e também foi lutar pra fazer o mesmo na minha comunidade, KM 17, porque tem muitas crianças que necessitam do nosso apoio lá”, afirmou o técnico em enfermagem

Para quem tudo viu começar, a alegria da entrega se renova todo ano e, provavelmente, seja este um dos motivos que nunca os fez parar de proporcionar felicidade no Natal

 “É o desabrochar, é o representar para nossos corações como nós entendemos, verdadeiramente, o renascer de Cristo (…) e esse nascimento de Cristo é que renasce em cada um de nós a força, a fortaleza e a vontade de partilhar o que nós temos pouco ou muito com os outros. Que nossos irmãos sejam, realmente, nossos semelhantes”, concluiu ‘Gutim’, Augusto Coelho, funcionário público

One Response

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

PUBLICIDADES