Hemonúcleo de Codó precisa de mais doadores de sangue

A jovem estudante Fernanda Lima se interessou por se tornar uma doadora desde o momento em que completou 18 anos de idade. Vai ao hemonúcleo de Codó pelo menos 3 vezes ao ano e começou fazendo isso, como até hoje  gosta, voluntariamente.

 “Falando pras pessoas que não são doadoras que venha de forma voluntária, assim como eu vim sem precisar venha de forma voluntária porque seu sangue vai ajudar milhões de pessoas de forma que vai ficar aqui  e assim que qualquer pessoa precisar, tiver necessidade, vai vir até o banco de sangue e você vai tá ajudando”, disse em entrevista ao Jornal do Maranhão, da TV Mirante.

O problema é que gente com esta disposição não é fácil de se ver  no local de coleta. A maioria ainda é formada por aqueles como Nathalia Santos. Ela pretende tornar-se uma doadora frequente, mas sua primeira vez estava sendo para um caso  de emergência.

 “Pra ajuda um parente meu, ente querido…TÁ SENDO SUA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA? Sim”, respondeu

NO VERMELHO

Por isso o número de 200 bolsas de sangue que o Homonúcleo precisa mensalmente para manter cinco cidades da região, abastecidas,   nunca é  atingido conforme a coordenadora, Sidneyde Dualibe, que planeja novas coletas  em cidades vizinhas que só levam sangue e nunca colaboram com o estoque.

A próxima será Timbiras.

 “Este ano nós estivemos em Peritoró, o próximo passo será em Timbiras, vamos conversar coma direção para fazer essa coleta externar…QUAL É A FINALIDADE? É reabastecer o nosso estoque porque a nossa demanda é muito grande”, afirmou

APROXIMAÇÃO

Além dessa ideia o Hemonúcleo também tem tentado, como explica a médica Marcela Tupinambá, que faz a triagem dos doadores, manter um relacionamento mais próximo com aqueles que fazem doação com maior frequência – liga, convida novamente – tudo para não deixar o estoque zerar como já ocorreu com o sangue do tipo O NEGATIVO.

“Ocorre, na verdade, a nossa diretora ela sempre procura fazer uma busca ativa, desses doadores, sempre manter por perto, a gente também tenta criar vínculos com algumas igrejas, alguns centros institucionais que a gente pretende até colocar mais em prática, se relacionar com alguns empresários que tenham interesse de manter seus funcionários porque, assim, qualquer um pode vir a precisar”, afirmou

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