A arquiteta do IPHAN, Daniele Nogueira Magalhães Moreira, lançou ontem, 27/04, em Codó o livro FÁBRICAS DE TECIDO NO SERTÃO MARANHENSE.
A solenidade aconteceu no auditório do Instituto Histórico e Geográfico do Codó. O jornalista Ronayr Ferreira a entrevistou. VEJA
3 Respostas
Parabéns a Daniele pelo grande feito.
Preciso ler este livro.
Precisamos acender a memória Codoense.
Depois de tanto clamor e pressão conseguimos com que a família responsável pelo sobrado que foi de João Ribeiro, no alto da fábrica fosse revitalizado, está muito bo ito.
A estação rodoviária foi revitalizada mas, pelo que vejo,não está sendo utilizada a contento.
Alguns prédios antigos foram destruídos como por exemplo o simpático sobradinho onde morou o Senhor Raul Serra Martins que foi funcionário da Companhia Manufatureira durante muitos anos.
A casa onde morou Waldemar Veiga escapou porque foi vendida para Diocese, mesmo assim, segundo informações, fizeram algumas modificações.
Que os Vereadores fiscalizem alguns prédios para que não sejam também destruídos como por e exemplo as casas onde residiram Nazeu Quadros, Salomão Elias, José Mariano Saads e Miguel Zaidan.
Ôlho vivo.
Fiquemos também de ôlho nos tradicionais clubes como: União Artística e Operária Codoense , Centro Operário Codoensese e Clube Recreativo e Cultural Guarapary que, por acaso forem vendidos pelos sócios que sejam mantidos pelo menos parte da sua atual e antiga parte física. São clubes que deram muitas alegrias a população codoense.
Cultura do conhecimento ou cultura do entretenimento? A escolha é sua, mas lembre-se que uma te livra da alienação, enquanto a outra te transforma em um alienado.
Eu acho que realmente sou um burro.
Não consigo muitas vezes entender o que alguns e constantes participantes deste blog põem mensagens que não consigo decifrar o que realmente querem dizer9.
Alguns, já procurei uma palavra mais suave para classifica-los mas não consegui, portanto uso uma bem vulgar com as minhas devidas desculpas aos leitores:
I D I O T A S.
3 Respostas
Parabéns a Daniele pelo grande feito.
Preciso ler este livro.
Precisamos acender a memória Codoense.
Depois de tanto clamor e pressão conseguimos com que a família responsável pelo sobrado que foi de João Ribeiro, no alto da fábrica fosse revitalizado, está muito bo ito.
A estação rodoviária foi revitalizada mas, pelo que vejo,não está sendo utilizada a contento.
Alguns prédios antigos foram destruídos como por exemplo o simpático sobradinho onde morou o Senhor Raul Serra Martins que foi funcionário da Companhia Manufatureira durante muitos anos.
A casa onde morou Waldemar Veiga escapou porque foi vendida para Diocese, mesmo assim, segundo informações, fizeram algumas modificações.
Que os Vereadores fiscalizem alguns prédios para que não sejam também destruídos como por e exemplo as casas onde residiram Nazeu Quadros, Salomão Elias, José Mariano Saads e Miguel Zaidan.
Ôlho vivo.
Fiquemos também de ôlho nos tradicionais clubes como: União Artística e Operária Codoense , Centro Operário Codoensese e Clube Recreativo e Cultural Guarapary que, por acaso forem vendidos pelos sócios que sejam mantidos pelo menos parte da sua atual e antiga parte física. São clubes que deram muitas alegrias a população codoense.
Cultura do conhecimento ou cultura do entretenimento? A escolha é sua, mas lembre-se que uma te livra da alienação, enquanto a outra te transforma em um alienado.
Por Diário Codoense
Eu acho que realmente sou um burro.
Não consigo muitas vezes entender o que alguns e constantes participantes deste blog põem mensagens que não consigo decifrar o que realmente querem dizer9.
Alguns, já procurei uma palavra mais suave para classifica-los mas não consegui, portanto uso uma bem vulgar com as minhas devidas desculpas aos leitores:
I D I O T A S.