MARANHÃO ATRASADO: 6 Estados se preparam para usar tecnologia digital nas escolas

Representantes de Rio Grande do Sul, Paraíba, Sergipe, Tocantins, Minas Gerais e Goiás estiveram no BNDES na última semana para atividades de capacitação referentes ao programa Educação Conectada.

Os Estados foram aprovados na chamada pública da iniciativa, promovida em conjunto com o Ministério da Educação (MEC) e que apoiará com R$ 21,9 milhões projetos de uso de tecnologias digitais em 435 escolas municipais e estaduais, beneficiando cerca de 203 mil alunos e 13,5 mil professores.

A oficina realizada no BNDES buscou preparar as equipes dos Estados e municípios selecionados para a implantação dos projetos. O Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) proveu suporte técnico para a atividade, e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) auxiliou nas discussões sobre a prática de acompanhamento, monitoramento e avaliação. As fundações Lemann e Itaú Social também compartilharam suas experiências.

Os projetos selecionados na chamada pública Educação Conectada serão desenvolvidos nos seguintes municípios do seis estados: Luziânia e Novo Gama (GO), Sabará e Ribeirão das Neves (MG), Cachoeira do Sul e Santa Maria (RS), Lagarto (SE), Araguaína e Gurupi (TO) e Campina Grande e Sousa (PB). Caso sejam alavancados recursos adicionais, poderão ser apoiados mais quatro projetos, em Roraima, Amapá, Bahia e Paraná.

“Diferentemente de outros programas, em que o município pensa de uma forma e o Estado de outro, neste os entes federados pensaram conjuntamente, de forma articulada”, afirmou a secretária da Educação do Tocantins, Adriana Aguiar.

As quatro dimensões que as iniciativas apoiadas deverão contemplar — visão, formação, recursos educacionais digitais e infraestrutura — implicam, segundo a gestora “pensar investimento a partir de diagnóstico, planejamento e visão de resultados”. No caso de Tocantins, o projeto está focado em três metas: alfabetização na idade certa, leitura e letramento na segunda etapa do ensino fundamental e combate à evasão no ensino médio.

FONTE BNDES

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