
Pelo terceiro ano consecutivo, a Casa de Taipa foi um dos espaços mais visitados e emocionantes da ExpoCodó. Idealizada pelo Instituto Histórico e Geográfico de Codó (IHGCODÓ), em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Codó, a iniciativa mais uma vez despertou lembranças, reuniu gerações e reafirmou a importância de preservar a história e as tradições do povo codoense.

Criada para retratar as antigas moradias da zona rural e o estilo de vida das comunidades do campo, a Casa de Taipa reúne objetos que fizeram parte do cotidiano de inúmeras famílias, como potes de barro, bilheiras, pilões, utensílios domésticos e imagens religiosas, compondo um ambiente que resgata os costumes, a simplicidade e o modo de viver de outras épocas.

Grande sucesso de público pelo terceiro ano consecutivo
Durante a 52ª ExpoCodó – A Força Jovem no Agro, centenas de visitantes passaram pelo espaço, muitos deles emocionados ao reencontrar elementos que marcaram a infância e a vida no campo. Para boa parte da população de Codó, a casa representa muito mais que uma construção típica: simboliza pertencimento, memória afetiva e o reconhecimento das raízes que ajudaram a construir a identidade do município.
O vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Codó, Elias Araújo, explicou a criação do projeto da Casa de Taipa. “Há três anos, o Sindicato dos Produtores Rurais de Codó e o Instituto Histórico e Geográfico de Codó uniram-se com a ideia de levar algo diferente para a Feira Agropecuária de Codó. Surgiu, então, a proposta de construir uma casa de taipa, com o objetivo de relembrar como eram as casas da zona rural e os utensílios que faziam parte do cotidiano de tantas famílias”.

Casa de Taipa: memória, história e identidade
Elias Araújo também atribui o grande sucesso da Casa de Taipa ao significado do projeto para o público codoense, transmitindo memória, história e identidade. “Para surpresa de todos, a receptividade ultrapassou as expectativas. São muitos os depoimentos de pessoas que visitam o espaço e se emocionam ao reencontrar um pouco de sua própria história. Talvez isso se justifique pelo fato de que boa parte da população de Codó tem suas raízes na zona rural. A casa de taipa não representa apenas uma construção antiga; ela resgata memórias, costumes, valores e um modo de vida que faz parte da identidade do nosso povo. Neste ano, não foi diferente. O fluxo de visitantes aumentou, e muitas pessoas nos pedem que a casa continue presente nas próximas edições da ExpoCodó. Isso nos deixa muito felizes, pois demonstra que preservar a memória é também valorizar a nossa história e fortalecer a nossa identidade”, concluiu o vice-presidente do IHGC.

Agradecimentos do IHGC ao povo codoense
Para a presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Codó, Melissia Sousa, o sucesso da exposição reforça a importância de iniciativas voltadas à preservação do patrimônio cultural. A receptividade do público, que cresce a cada edição, demonstra o desejo de manter viva essa tradição e de garantir que as novas gerações conheçam e valorizem a história de Codó.
“Pelo terceiro ano consecutivo, a Casa de Taipa marcou presença na Expo Codó e, mais uma vez, foi um grande sucesso! Nós do IHGCODÓ agradecemos, de maneira muito especial, a ACRIVI pela parceria e a toda a população codonense que nos visitou, prestigiou, compartilhou histórias, memórias e demonstrou tanto carinho por esse espaço que representa parte importante da nossa identidade. Nosso agradecimento também aos confrades e confreiras que se dedicaram à organização e ao funcionamento da Casa de Taipa. Cada contribuição, cada hora disponibilizada e cada gesto de colaboração foram fundamentais para que pudéssemos realizar, mais uma vez, esse projeto tão querido. A Casa de Taipa vai além de uma exposição. Ela é um espaço de memória, pertencimento e valorização da nossa história, onde diferentes gerações se encontram e reconhecem um pouco das raízes e dos modos de viver do nosso povo”, concluiu a presidente.


