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O evento para o qual boas expectativas se formaram, O MICODÓ, acabou não se firmando como a  micareta do ano. Eu, particularmente, vivi esta boa expectativa e aguardava sucesso absoluto, afinal tudo até o desfecho apareceu na mídia de maneira impecável, bem projetada.

Mas já na primeira noite tudo começou a desmoronar.

Viu-se reclamação de falta de entrega de abadás, mas o que acabou desmantelando tudo mesmo, em termo de expectativas, foram o público pequeno na  abertura, a revolta dos donos de barracas e o vídeo de um cidadão identificado como ‘Manel Ficha’ sendo retirado à força bruta do camarote do prefeito Dr. Zé Francisco.

No dia seguinte, o vídeo estava em todos os grupos de whatsApp de Codó.  Logo a mídia pegou e o repercutiu.

Só no instagram @trindadeacelio em menos de 48 horas (dois dias) 81.132 pessoas já tinham visto a confusão, mais de 260 comentaram, 1.588 mandaram para outras pessoas ou reproduziram em suas páginas. Foi um estrago geral.

A HISTÓRIA DA VÍTIMA

A vítima contou, em vídeo postado depois, que chegou a ficar ao lado do prefeito e da primeira-dama por 20 minutos, apenas os três, bebendo wiski. Mas ele deu vontade de urinar e foi. Quando voltou do banheiro sua presença já não era mais bem-vinda.

Daí por diante o vídeo mostra o rapaz tentando entrar, chega a estender a mão para o prefeito que o observa ser repelido violentamente para fora do camarote sem interferir.

As fotos do rapaz mostram como foi desproporcional a força utilizada contra ele.

Ele tem hematomas nas costas, braços, rosto, peito e marcas de algemas bem arrochadas.

Ainda assim ele disse que tudo não passou de um mal entendido, que o prefeito pediu para parar (não é o que o vídeo mostra, ele só levanta a mão sem qualquer outra atitude), que os seguranças seriam afastados (que nem foi preciso porque a festa só teve a noite de sexta-feira, a segunda noite foi cancelada).

Como se não bastasse o estrago feito por este caso no camarote do prefeito Zé Francisco, no mesmo sábado à tarde as donas de barracas passaram a ligar para o jornalista Acélio Trindade pedindo uma reportagem na sede do evento. Não pude ir, pois estava de viagem.

Mas  vídeos nos chegaram.

Na única noite do evento teve gente dizendo que vendeu menos de R$ 30, mas investiu entre R$ 500 a 800 para estar dentro da área de vendas. Num primeiro momento a organização disse que devolveria metade, mas depois devolveu tudo.

No sábado, que seria a segunda e última noite. Bandas começaram a desmarcar o compromisso e isso levou ao fim de tudo.

EXPLICAÇÃO OFICIAL

Na tarde de ontem, domingo, Jhean Machado e Alexandre Lima gravaram um vídeo explicando tudo. Disseram que Zé Francisco, prefeito, e seu filho Pedro Neres nadam têm a ver como o MICO. Isso foi dito porque nas redes sociais ambos estão sendo culpados pelo fracasso do evento.

Eles explicaram que os abadás não foram entregues devido ao atraso da transportadora. A não vinda da banda Parangolé acabou levando ao cancelamento da segunda e última noite. No vídeo, afirmam que todos os barraqueiros receberam de volta o dinheiro investido integralmente.

DINHEIRO DO ABADÁ DE VOLTA

Dizem que todos os recursos arrecadados foram investidos antecipadamente na logística da MICODÓ o que tornou impossível o reembolso integral de quem comprou abadá.

“Quero agradecer pela compreensão, estamos trabalhando para fazer o ressarcimento de forma parcial porque o primeiro dia do evento aconteceu. Você que comprou o segundo dia do evento não se preocupe e vamos sim devolver o dinheiro de todo mundo que comprou o segundo dia”, disse

 

 

15 comentários sobre “MICODÓ 2023 – Do auge ao fracasso, entenda tudo que ocorreu de positivo e de negativo”

  1. Agora é tarde para dizer que o prefeito e seu filho não tinha nada com o evento. Vejamos então:

    – Serviço de limpeza da prefeitura
    – Máquinas no local do evento limpando tudo
    -TV e Rádio do prefeito 24h falando no evento durante dois meses
    – Transmissão ao vivo pela TV do prefeito
    – O prefeito, o único, em cima do trio
    – Todos os comunicadores do prefeito divulgando o evento
    – A logomarca da prefeitura na propaganda do evento
    – A logomarca do filho do prefeito, Pedro Neres

    O maior erro foi se atrelar a essa administração desacreditada. Ficou muito próximo ao poder, deixou se contaminar com a impopularidade da gestão. Para muitos, o evento parecia política da prefeitura, por isso que passaram a criticar o prefeito.

    Nesse vídeo dos organizadores, onde se descupam, praticam mais erros. Saíram em defesa do prefeito e do filho. Gente, quem merece defesa são compradores de abadás , barraqueiros e demais envolvidos.

    Quanto mais vocês ficarem falando os nomes do prefeito e do Pedro Neres, a situação complica para a administração.

      1. Filho, ninguém é tão imbecil quanto você para acreditar nas idiotices que postou.
        A limpeza de qualquer evento, mesmo particular, mas sendo em logradouro público, é obrigação da prefeitura.
        De resto, nada do comentário do Filho se aproveita.

  2. Esses comentários forçando a barra pra envolver o prefeito num evento privado é tão sem rumo que dá náuseas.
    Comentários raquíticos, de tão fraquinhos.

    1. João, ou você é cego ou é doido. Porque argumentos fortíssimos e concretos, têm. Agora, se você quiser defender seu prefeito, a história agora é outra.

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