Cuidar do lixão, transformá-lo num aterro sanitário, como manda a legislação brasileira para evitar danos ao Meio Ambiente, tem sido alvo de campanhas políticas com suas promessas há décadas em Codó.
Numa visita que fiz hoje ao local, pela manhã, pude perceber o quanto a política tira a humanidade das pessoas.
Durante o período eleitoral, as mais de 60 famílias que dali tiram seu sustento são cortejadas, filmadas, lamentadas, enaltecidas.
Quando o novo prefeito ganha, no máximo manda uma bota, uma luva, uma calça e uma cesta-básica vez por outra para estas pessoas.
O lixão, continua o lixão.
O Meio Ambiente continua se lascando, assim como as famílias que, sem qualquer perspectiva, seguem aguardando a próxima campanha para se verem lembradas por 3 meses ( ou menos).
Nada muda, só o descaramento de quem nasceu pra explorar tamanha miséria.

