Nem a oferta de dinheiro tem estimulado jovens de Codó a estudar pelo Projovem Trabalhador

O Governo Federal abriu 400 vagas para Codó. A coordenadora do PROJOVEM TRABALHADOR, Maria de Lourdes Palhano,  explicou ao blog que para participar basta estar na faixa etária dos 18 aos 29 anos de idade e não ter concluído o ensino fundamental, além, claro, de ostentar vontade de estudar

 “Ele irá receber um atendimento especial porque todos os nossos professores serão capacitados tendo em vista que ele vai está recebendo um clientela que é diferenciada pelo fato de está afastado há muito tempo de sala de aula e com essa inclusão ele se sentirá bem e chegará ao fim do seu curso”, explicou

OS CURSOS

Na área de Construção e Reparos, o aluno fará curso de formação inicial, durante  18 meses, para:

·         Ladrilheiro

·         Gesseiro

·         Reparador

·         E Pintor

Quem escolher a área de saúde, obterá formação em : Auxiliar de administração em hospitais e clínicas; recepcionista de consultório medico e dentário, atendente de laboratório e de farmácia.

O DESINTERESSE

As inscrições  estão sendo feitas  na escola Estêvam Ângelo (bairro Santo Antonio) e na Clodomir Millet (no São Francisco), para quem deseja a área de saúde. Mas desde 21 de agosto, quando elas começaram,  não tem havido muito interesse por parte da juventude. São 400 vagas, até semana passada o número de inscritos não passa de 40.

Um dos formadores do programa, professor Cícero Barros, explicou que a dificuldade pode estar na divulgação que ainda não estava sendo feita de forma satisfatória, mas isso já estava sendo corrigido.

 ‘Nós acreditamos que tenhamos alguma dificuldade porque a divulgação ainda não está da forma que deveria, mas acreditamos que agora passando na televisão, nos carros de som da cidade fazendo a divulgação, nós consigamos”, esperançou

NEM COM DINHEIRO

As inscrições vão até 20 de setembro, com possibilidade de uma pequena prorrogação, caso os nossos jovens continuem desinteressados pelo programa que oferece até R$ 100 todo mês para a que eles completem o ensino fundamental e ainda aprendam uma profissão.

 “Caso não havendo essa possibilidade o sistema poderá abrir por mais 10 dias para que a gente possa fazer essa conclusão e o mais importante esse aluno matriculado com frequência de 75% e cumprir 75% da carga horária das atividades, mensalmente durante os 18 meses vai receber uma bolsa de estudo no valor de R$ 100 para ficar estudando”, concluiu o sempre gentil professor Cícero.

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