Kkkkkkkk Prefeito nenhum tem culpa da diminuição, por diversas variáveis, da taxa de natalidade ao longo da última década; taxa esta, agravada durante a pandemia. Isto, sem falar no êxodo, verificado em cidades onde as diferenças de renda são abissais; caso de Codó, onde a grande maioria tem renda de subsistência; quando tem.
Mas ao blogueiro, o que interessa é culpar o prefeito, mesmo caluniando.
Para esse Prototipo de Prefeito de Codó somente vale dizer: “Perdeu Mane, não amola”. Pois ao Zé Mentira Somente resta amargar a sua inércia e incompetência administrativa. Kkkk
Bem relação a matéria, a explicação é bem simples numa cidade onde uma pessoa não consegue ter como renda um salário mínimo.
É difícil ficar eu mesmo Moro fora há quase trinta anos, e quando vou à CODÓ parece que nada mudou . Principalmente a mentalidade serviu do povo codoense e pra piorar as gestores ainda são piores.
Corroboro em parte, com a explanação do jornalista. Sabemos que o IBGE tem orçamento próprio para realizar o seu Censo. Porém, a Prefeitura de Codó poderia ter acompanhado melhor esse trabalho, inclusive, dando suporte ao Instituto para a execução da pesquisa. Contudo, acho que não se pode dar a questão por encerrada,
o Município pode muito bem requerer a lista de todos os domicílios visitados durante o censo, em especial, àqueles, informados como fechados, e em último caso, judicializar uma ação contra o IBGE. Embora, sabemos que o êxodo no município de Codó é relativamente alto. Estima-se que aproximadamente 5.000 codoenses escolheram(ou foram obrigados, por falta de oportunidade) adotar um outro município como novo domicílio, nessas últimas décadas.
Governo incompetente, sem planejamento!
Gasta milhões com uma equipe de Comunicação que não comunica.
Ao invés de informar a população, os “bobos da corte” preferem atacar a oposição e bajular o prefeito.
O resultado está aí…
Kkkkkkkk Prefeito nenhum tem culpa da diminuição, por diversas variáveis, da taxa de natalidade ao longo da última década; taxa esta, agravada durante a pandemia. Isto, sem falar no êxodo, verificado em cidades onde as diferenças de renda são abissais; caso de Codó, onde a grande maioria tem renda de subsistência; quando tem.
Mas ao blogueiro, o que interessa é culpar o prefeito, mesmo caluniando.
Para esse Prototipo de Prefeito de Codó somente vale dizer: “Perdeu Mane, não amola”. Pois ao Zé Mentira Somente resta amargar a sua inércia e incompetência administrativa. Kkkk
Bem relação a matéria, a explicação é bem simples numa cidade onde uma pessoa não consegue ter como renda um salário mínimo.
É difícil ficar eu mesmo Moro fora há quase trinta anos, e quando vou à CODÓ parece que nada mudou . Principalmente a mentalidade serviu do povo codoense e pra piorar as gestores ainda são piores.
“O inconformado” podia pelo menos, utilizar -se do emprego da vírgula. Já que foi embora de Codó e mudou sua mentalidade..kkkkkk
Corroboro em parte, com a explanação do jornalista. Sabemos que o IBGE tem orçamento próprio para realizar o seu Censo. Porém, a Prefeitura de Codó poderia ter acompanhado melhor esse trabalho, inclusive, dando suporte ao Instituto para a execução da pesquisa. Contudo, acho que não se pode dar a questão por encerrada,
o Município pode muito bem requerer a lista de todos os domicílios visitados durante o censo, em especial, àqueles, informados como fechados, e em último caso, judicializar uma ação contra o IBGE. Embora, sabemos que o êxodo no município de Codó é relativamente alto. Estima-se que aproximadamente 5.000 codoenses escolheram(ou foram obrigados, por falta de oportunidade) adotar um outro município como novo domicílio, nessas últimas décadas.