O QUE ESPERAR DE UM GESTOR MUNICIPAL DO SUS – Parte 10
Os gestores municipais precisam entender as regras de financiamentos e os processos de planejamento e orçamento, além de se manter atualizados sobre as constantes mudanças nas normas.
O Sistema Único de Saúde (SUS), instituído pela Constituição de 1988, desde a sua criação, o financiamento adequado do SUS tem sido uma dificuldade constante.
O Financiamento do SUS padece com o subfinanciamento (valores defasados há mais de 20 anos repassados pela União aos entes estaduais e municipais), agravado pela má gestão e a corrupção. Isto afeta a qualidade dos serviços de saúde oferecidos à população. Porém, é possível ao gestor, com medidas de austeridade, minimizar os estes problemas, promovendo a boa e eficiente gestão do SUS.
Um dos principais problemas é a discrepância entre as demandas de saúde locais e a distribuição de recursos, que muitas vezes não reflete as reais necessidades da população. A má gestão e a corrupção também agravam a escassez de recursos.
Para garantir a sustentabilidade do SUS, é crucial um controle rigoroso dos recursos, maior transparência e um planejamento eficaz. Isso permitirá atender melhor às necessidades da população e melhorar a gestão dos fundos disponíveis.
Por Suelson Sales

