Obras no estádio interditado estão a todo vapor mas início do campeonato codoense ainda é dúvida

O prefeito de Codó visitou na tarde de ontem, 1, as obras que estão sendo feitas no estádio Renê Bayma, interditado na semana passada pelo Corpo de Bombeiros Militar por causa de uma séries de irregularidades estruturais encontradas.

O gestor corre contra o tempo porque no dia seguinte a interdição estava marcada a abertura do Campeonato Codoense de Futebol, o primeiro de sua gestão.

Em recente reunião com os presidentes de clubes (8 que participarão) e com o presidente da LICOF, professor Einsten Lima Neres, Francisco Nagib acertou que fará uma visita conjunta para verificar a iluminação amanhã, sábado, quando então dará pra saber uma data de abertura do campeonato.

Os cronistas esportivos, que têm acompanhado o caso mais de perto, têm ouvido falar em abertura para o dia 10, mas isso ainda não é oficial.

6 comentários sobre “Obras no estádio interditado estão a todo vapor mas início do campeonato codoense ainda é dúvida”

  1. A HISTORIA DO ESTADIO RENÉ BAYMA.

    Acredito que muito pouca gente conhece a história do Estádio René Bayma. Primeiro porque a maioria da nossa população tem a memória curta. Segundo porque poucos são os que se preocupam com a nossa história.
    Na década de 50 existiam dois times fortes no futebol CODOENSE. O NACIONAL que era o time da cidade baixa e o FABRIL que era o time da cidade alta. A divisão de cidade alta e cidade baixa era o Riacho Água Fria que hoje se transformou no esgoto Água Fria. Havia também a questão política entre o PSP da oposição na cidade baixa e o PSD do Coronel Sebastião Archer na cidade alta. Na cidade alta estava instalada a FABRICA de TECIDOS. O nome Fabril vem daí.
    Pois bem o primeiro campo do NACIONAL ficava ali onde hoje está a Escola Ananias Murad. Um trave onde é a rua que passa na frente da escola e o outro no atual muro do fundo da escola. O local era aberto.
    Depois deslocaram o campo para o local onde se encontra hoje. Só havia uma diferença. Um trave ficava ali no fundo do cemitério e o outro onde hoje ficam as cabines de rádio. Na época era cercado de talo de palmeira de babaçu.
    Por último tomou a posição que tem hoje. Era um campo com piso de areia, em alguns lugares capim de burro. Predominava a areia. No inverno tinha uma passagem de água da chuva que cortava o campo na diagonal. O campo inicialmente era cercado de talo de Coco.
    Foi na década de 60 que se deu início a construção do muro que cercava o Estádio. Muitas pessoas contribuíram para isso. Na administração do Prefeito René Bayma foi quando a Prefeitura realmente assumiu o comando do Estádio René Bayma.
    Devemos destacar a figura do Vereador Júlio Salem e do desportista Reinaldo Zaydan nos trabalhos de colocação de grama no campo de futebol e melhorias nas instalações internas. O Governo João Castelo deu uma ajuda, na administração do Dr. Antonio Joaquim Araújo Filho tivemos a colocação de um gramado de primeira qualidade e posteriormente outras melhorias tais como arquibancada, iluminação e alambrado. Muita gente contribuiu para que o Estádio René Bayma tivesse está estrutura que agora está sendo recuperada. Hoje deveríamos estar em outro patamar na história do nosso futebol mas o descaso nos levou a está situação. O futebol pentacampeao do interior do Estado precisa voltar a brilhar. Depende de voce Prefeito Francisco Nagib.

  2. É BOM LEMBRAR QUE CODÓ FOI A ÚNICA CIDADE DO MUNDO QUE REALIZOU UM JOGO COM ILUMINAÇÃO DE DEZENAS PETROMAX. VOCÊ SABIA ?
    FOI UMA NOITE HILÁRIA. SE NÃO ME ENGANO UM DOS TIMES ERA O SANTOS QUE ERA MAIS VISÍVEL PELA SUA EQUIPAGEM BRANCA.
    SÓ VÍAMOS OS JOGADORES QUANDO ALGUMA JOGADA ACONTECIA NAS MARGENS DO CAMPO. O QUE ACONTECIA NO MEIO DE CAMPO SÓ VÍAMOS O VULTO.
    UM DOS AUTORES DESTA GRANDE FAÇANHA FOI O SENHOR CONHECIDO POR TODOS OS ANTIGOS CODOENSES CONHECIDO POR B A T I C A.

  3. NA MINHA OPINIÃO, A OBRA MAIS IMPORTANTE DESTE ESTÁDIO FOI FEITA PELO JÚLIO CÉSAR SALEM. O CAMPO, ALÉM DE PISO DE TODA QUALIDADE TINHA UM DESNÍVEL MUITO GRANDE ENTRE A RUA PIAUÍ E O COLÉGIO CODOENSE. ELE, JÚLIO CÉSAR, COM MUITO SACRIFÍCIO, ARRANCANDO DINHEIRO NA MARRA DOS QUE ELE ENCONTRAVA PELA RUA CONSEGUI NIVELAR , QUE, SE NÃO ME ENGANO, ERA MAIS OU MENOS DE UM METRO.
    NAQUE TEMPO O ATLETA TINHA QUE SE ADAPTAR AO CAPIM DE BURRO, AREIA, BARRO ENDURECIDO E LAMA NO INVERSO PRINCIPALMENTE NAS GRANDES ÁREAS.
    PORTANTO, NÃO PODEMOS NOS ESQUECER DO JÚLIO QUE NOS DEIXOU PREMATURAMENTE.
    JÁ QUE EU VEJO TANTAS QUADRAS COM NOMES DE PESSOAS QUE NADA TEM A VER COM A HISTÓRIA ESPORTIVA DE CODÓ PODERÍAMOS PRESTAR UMA HOMENAGEM A ELE EM ALGUMA OBRA VINDOURA E QUE ESTE FATO SEJA LEMBRADO CONSTANTEMENTE.

  4. VALE LEMBRAR QUE JÚLIO SALEM FOI ATLETA NA PISIÇÃO DE ZAGUEIRO DO GLORIOSO, INESQUECÍVEL E SAI DO N A C I O N A L HEXACAMPEÃO DO INTERMUNICIPAL.
    NAQUELA ÉPOCA O INTERMUNICIPAL ERA UMA COMPETIÇÃO DURÍSSIMA ONDE EXISTIA UMA RIVALIDADE FERRENEA PRINCIPALMENTE ENTRE PEDREIRENSES( CELEIRO DE CRAQUES), CAXIAS.
    NAQUE TEMPO UM NACIONAL E FABRIL ERA UM CLÁSSICO DE TIRAR O FÓLEGO.
    INFELIZMENTE O FABRIL ERA UM VELHO FREGUÊS.
    TOMARA QUE VOLTE O VELHO FUTEBOL INTERIORANO, SOU CONTRA O PROFISSIONALISMO.

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