No evento da última sexta-feira, 5, quando Camilo e Nagib oficializaram suas candidaturas a federal e a estadual, respectivamente, os pais Biné Figueiredo e Francisco Carlos de Oliveira, também se destacaram em seus discursos.
Mas ainda sem poder pedir votos, direcionaram suas palavras à razão da mais nova aliança política da cidade e ambos concordaram numa linha de pensamento que veem pregando desde que ela se firmou – que não é só para 2022.
Chiquinho Oliveira, por exemplo, chegou a falar em 2024 quando haverá a disputa pelo Poder Executivo novamente e o grande objetivo, deixado claro nas palavras de ambos, foi a retirada de Dr. Zé Francisco do poder.


Não chega a 2024, essa aliança enferrujada entre Biné e Chiquinho. E não passa porque ambos se engarrafam no mesmo sonho: açambarcar a prefeitura para entregarem para seus filhinhos brincarem com dinheiro público.
Para sonhar em voltar ao poder não hesitaram em se unir para urdir uma insana teoria da conspiração. E o que nos diz Anni Sternisko, aluna de doutorado na Escola Social da Universidsde de Nova York, sobre teroria da conspiração: “É a ideia de que um grupu nefasto está conspirando para um objetivo malicioso”.
Para Dan Edelstein, professor de francês e história da Universidade de Stanford, é uma narrativa simples: “Numa teoria da conspiração tem que haver um vilão escondido em pele de cordeiro praticando todo o mal sem ser visto. O resultado são inúmeras vítimas, que são pobres e oprimidas. Então você tem o herói que vai chegar e desmascarar o vilão.”
Aqui o herói é o povo, que derrotará dois vetustos vilões em pele de cordeiro com o voto certeiro em Pedro Neres.