NÓS gostamos de nos servir da pobreza do outro e sentimos vergonha de serviços braçais, manuais como se não fossem “dignos”.
Fazer a própria comida, lavar o próprio banheiro, a roupa de casa, está encucado no nosso DNA que, assim que melhoramos de vida, automaticamente isso deve ser serviço de pessoas que não tem a mesma conta bancária.
Assumamos honestamente – não só os ricos e milionários, dividimos o nosso país entre nós e “eles”.
Já pensou nisso?
Vamos refletir?