A última coleta feita no Hemonúcleo de Codó aconteceu dia 8 de novembro do ano passado. Desde então quem chega ao prédio que fica na rua Barão do Rio Branco, atrás do CAM, bairro São Sebastião, o encontra em reforma e, por esta razão, não pode realizar a doação de sangue.
O número de doações voluntárias em Codó já é pequeno, por conta da reforma este número despencou, drasticamente. Desde novembro, quando a obra começou, quem vem suprindo a demanda do nosso Hemonucleo é o de Pedreiras e o pior é que, pelo que ouvimos aqui, ainda não há previsão para o término da reforma.
SALVE O IMPROVISO
Neste período a equipe do Hemonúcleo fez 3 dias, alternados, de coleta pedindo para o município permissão para instalar suas máquinas em postos de saúde, um deles na zona rural (Km 17).
O Carnaval está chegando e com ele uma preocupação maior com o estoque de bolsas.
Outra vez foi preciso apelar para a Prefeitura de Codó como nos explicou a esforçada Assistente Social que carrega o hemocentro nas costas, Sidneyde Duailibe.
“Entramos em contato com o secretário de saúde, explicamos a situação e ele nos cedeu a UBS Miguel Zaidan, então estaremos lá temporariamente fazendo essa coleta de sangue para abastecer o nosso estoque”, disse
AJUDE
O posto Miguel Zaidan fica na Av. Santos Dumont próximo à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Rural (Obras).
A coleta começará nesta terça-feira, 16 de janeiro, de 7 ao meio dia e deve ficar de maneira improvisada até que a reforma seja concluída. Sidneyde fez um apelo por doações.
“Pessoas que estão bem de saúde, pesar acima de 50 quilos, não precisa estar em jejum e apresentar documento com foto (…) até o final do mês umas 100 bolsas ou mais, né, vai depender do doador então Nós solicitamos que eles compareçam para reabastecer o nosso estoque e podermos concluir, podermos atender a nossa demanda”, concluiu


ESTOU PROCURANDO A MATERIA DO MEDICO O DIRETOR DO HOSPITAL DE TIMBIRAS
QUE MANDOU PINCHAR O MURO DO CEMENTÉRIO COM NOMES DE BAIXOS ESCALÃO
A ÉTICA FALOU MAIS ALTO