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quarta-feira, 29 de julho de 2026
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Por Jacinto Júnior – A CULTURA DA VIOLÊNCIA

Professor Jacinto Júnior

A CULTURA DA VIOLÊNCIA

O asqueroso deputado federal pelo Rio de Janeiro – cuja alcunha é zero três – bem como chamado de “bananinha”, termo dado pelo também deputado federal por São Paulo, Kim Katagari; num evento realizado em Brasília (9/7), autointitulado de ‘Encontro Nacional pela Liberdade’; promovido pela entidade denominada CACs -Caçadores, Atiradores desportivos e Colecionadores -, Eduardo Bolsonaro (filho do ex-inelegível) resolveu atacar a categoria mais importante do país: os professores.

Seu discurso eivado de rancor e ódio reflete bem sua conduta frívola e detestável. Li atentamente o teor de seu discurso e não vi nada de assombroso, mas apenas uma tentativa de construir uma narrativa de festim. Assim, como o pai – o lunático, fanfarrão, fujão e cobarde – é mestre em constituir elementos fantasiosos com o fito de enredar sua tática política para insurgir como uma peça no tabuleiro político capaz de engrenar uma futura candidatura contrapondo-se ao governo socialdemocrata que ora dirige nossa nação com mestria, sapiência e, acima de tudo, buscando novos aliados e estabelecendo relações bilaterais de forma cordial e respeitosa; coisa que o seu pai, não fizera, ao contrário, colocou nosso país num buraco e num isolacionismo absurdo.

Quando o “bananinha” ataca a categoria dos profissionais da educação ele agride a todos, indistintamente, ao mesmo tempo, ele me ataca, ele me agride formalmente. Ele me fere! Contudo, não serei complacente e nem omisso, e nem covarde; revidarei na mesma proporção. Obviamente que não serei agressivo assim como ele o é. Minha resposta a esse desclassificado será com argumentos plausíveis recheados pela verdade, bondade e afeição. Porque carrego esses elementos como forma de me relacionar saudavelmente com todos os entes/atores sociais e de modo respeitoso, até mesmo para com o meu mais encarniçado inimigo. Não jogo sujo. Não ‘jogo fora das quatro linhas’ – essa frase torna-se emblemática por quem, maldosamente, inverte a verdade, e busca na falsificação dos fatos, o objeto de seu interesse particular, entendemos perfeitamente como agira o ex-inelegível quando explorou e adotou tal frase tentando resguardar sua posição como dirigente máximo de nossa nação através de um golpe. Vide o dia 8 de janeiro de 2023.

Enquanto educador jamais iria e/ou irei realizar uma ação didático-pedagógica desvirtuando os conteúdos expressos nos livros oficiais – livros que o próprio governo anterior nos enviou para lecionarmos em sala de aula. A iluminada mente do desclassificado deputado “bananinha” nos revela o quanto ainda carece aprofundar os seus estudos sobre filosofia, história e sociologia da educação para compreender a dimensão educacional que entremeia nosso sistema. A falsa ideia que tenta incutir no imaginário popular de que nós, professores, somos “doutrinadores” tem seu pano de fundo no inusitado e benevolente espírito de um apedeuta que se autoproclamava como o maior pensador contemporâneo da extrema-direita brasileiro: Olavo de Carvalho. Era o mentor e guru do governo ex-ineligível. Uma mente decrépita, um indivíduo decadente e insano que cultuava o fetiche do movimento Marxismo Cultural. Ideia torpe e sem nenhuma consequência prática no processo educacional brasileiro na formação intelectual de nossos filhos. A grade curricular, por exemplo, do Ensino Fundamental das séries iniciais e das séries finais não faz menção sobre história do movimento marxismo cultural ou, ainda, uma estratégia para fundamentar teoricamente o professor para ser um “doutrinador” e, assim, destruir o caminho pacífico e perfeito de nossos filhos, transformando-os em militantes culturalmente marxistas. Quanto devaneio povoa essa mente torta!

A nossa tarefa é ensinar e não educar o educando. Nosso compromisso é internalizar uma formação cidadã aos educandos filhos dos trabalhadores para que, mais tarde, saibam se relacionar com o outro com um mínimo de dignidade e igualdade. O ato de formar verdadeiros cidadãos não compete ao professor, na verdade, a essência do ato de ensinar-aprender é que vai determinar o futuro cidadão consciente de sua responsabilidade enquanto sujeito histórico numa dada sociedade. Portanto, aquilo que o mequetrefe e desclassificado deputado federal zero três tenta insinuar com sua fala evasiva, é estimular ainda mais o ódio pela vida, é estabelecer o rancor contra a ciência, é total desprezo pelo conhecimento cientifico – mais que isso, é um negacionista da pior espécie! – que não quer ver o país se desenvolver numa perspectiva democrático-libertária. E a educação é o caminho que dará acesso aos filhos dos trabalhadores uma vida digna e melhor porque tem consciência de eu é no processo educacional que encontrará a luz do conhecimento para conquistar sua autonomia, seu emprego e sua liberdade.

A loucura entranhada na memória desse desclassificado representante da sociedade – aqui, sem escancarar a verborragia dos fatos outrora revelados pelo Ministério Público/RJ, mostrando as relações perigosas dos filhos bolsonaros com o erário público tipifica suas mazelas culturais e comportamentais. Então, por que agredir uma categoria tão importante como a dos profissionais da educação colocando-os numa condição de maus formadores e descompromissados com o verdadeiro sentido do ato de ensinar para as crianças mais carentes?

É verdade, existe uma luta: a luta de classes. Tu defendes a burguesia, o privilégio, o poder pelo poder; e eu, classe a classe trabalhadora e, por isso mesmo, tu me acusas de ‘sabotador do ensino?’ e, ainda, tentas comparar-nos com “sequestradores e narcotraficantes?”

Esse infeliz discurso encobre a verdadeira intenção: criar um estado de celeuma numa democracia já consolidada. E, para finalizar, reproduzirei o discurso desse desclassificado que estimula a cultura da violência contra os professores. Assim, se expressou o energúmeno ditosamente: “Preste atenção na educação dos filhos. Tirem um tempo para ver o que eles estão aprendendo nas escolas. Não vai ter espaço para professor doutrinador tentar sequestrar as nossas crianças. Não tem diferença de um professor doutrinador para um traficante de drogas que tenta sequestrar nossos filhos para o mundo do crime. Talvez até o professor doutrinador seja pior porque ele vai causar discórdia dentro da sua casa, enxergando opressão em todo tipo de relação’’ (www.veja.abril.com.br). Com a palavra o Ministério da Justiça!

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

8 comentários

  1. E não existem professores doutrinadores?

    Hoje o Brasil sofre com a grande quantidade de militantes disfarçados de professores, principalmente na rede pública de ensino.

    O nível educacional está indo de mal a pior, justamente por causa da militância política nas salas de aula.

    Antônio Gramsci defendia a “revolução” por meio da doutrinação educacional e cultural, e quem fosse contrário, pagaria com a própria vida.

    Se essa “visão” não possui relação semelhança com as atrocidades de sequestradores e narcotraficantes, acho que estamos vivendo em um mundo paralelo.

    1. Uma dica: “Os Intelectuais e a Organização da Cultura (A. Gramsci), um cuidadoso estudo sobre a escola, a educação e a perspectiva de um novo modo de pensar e edificar o mundo sob o prisma socialista. by, Baby.

  2. Com a palavra o antipático e convencido, vamos tentar entender.
    Farei, não de uma só vez, alguns comentários sobre aos itens aqui descritos.
    Antecipo, portando, que fique bem claro, que nós brasileiros estamos carentes de homens sérios e competentes para serem nossos representantes tanto na área presidencial até vereador.
    Pra mim, que já fui politico hoje apolitico só me resta, com muita tristeza, assistir de camarote este desastre político que a anos, décadas, séculos se instalou no Pais.
    Como se já não bastasse, vem um idiota dizer isto:
    GOVERMO SOCIODEMOCRATA
    QUE ORA DIRIGE NOSSA NAÇÃO COM MESTRIA, SAPIENCIA.
    E ACIMA DE TUDO, BU$CANDO NOVO$ ALIADO$ ($$$$$$$$$)
    E ESTABELECENDO RELAÇÕES BILATERAIS DE FORMA CORDIAL E RESPEITOSA.(Argentina, Cuba, Venezuela, Rússia etc etc )
    Sei que serei criticado porque não utilizaf palavras bonitas e eloquentes com o ora utilizado porém, existem várias maneiras de aparecer na mídia porém, vc está alimentando o seu ego e quem lê estas baboseiras que escreve entra por um ohvido e sai pelo outro.
    Não prestam os antecessores e o ex presidiário, nem se fala.
    Vc.parece que é professor e tem a obrigação de utilizar palavras difíceis, coisa que não deve fazer em sal de aula porque os pobres alunos seus nada vão entender.
    Procura o que fazer Senhor.

    1. Volte à ‘Cartilha do ABC’ para aprender a escrever corretamente! E, na sequência, retome os manuais sobre a história do Brasil para poder falar com propriedade – embasamento teórico ou, fundamentos como queira -, pois, fizestes uma salada de fruta tão absurda que ninguém ousaria degusta-la – isto é, tentastes fazer algum trocadilho e, no entanto, te perdeste, e não saiu nada; apenas um argumento confuso e sem conotação válida. Agora, quanto ao meu vasto vocabulário, tens razão, não o emprego em sala de aula; mas em ambientes apropriados, assim como esse espaço (blog.) e, quem não gostar é só não se manifestar! Sobre o fecho de seu coments: “Procura o que fazer”, devo asseverar-lhe que já exerço minha função como educador há 23 anos e com muita dedicação e paixão!

    2. Volte à “Cartilha do ABC” para reaprender a escrever corretamente! E, na sequência, retome os manuais sobre a História do Brasil para apresentar um argumento fundamentado; pois, tentaste fazer um trocadilho; porém, fizestes uma salada/emaranhado de letras que ninguém consegue entender; mas estais perdoado; a insensatez produz ação dessa monta desconexa.

      1. Senhor JaSinto, reconheço a má qualidade do meu vocabulário, porém, com o meu fraco língujar e sem rodeios não escrevo tanta besteira e nem apoio e faço apologia para políticos promíscuos, ladrões, ex-presidiario, alcolatra etc.

        Quando vc. escreve neste blog, lembre-se que tu atinges todas as camadas sociais e de pessoas despreparadas devido a péssima educação recebida de professores de tua estirpe.
        Realmente a história nos diz tudo, principalmente nos lembra o esenrequecimento milagroso do filho do teu Santo nine que juntava bosta de elefante no zoo de São Paulo ganhando 600 mensais e de repente passou a ser milionário.
        23 anos de magistério e só aprendeu a falar frases difíceis de serem decifradas pelo pobre aluno do Estado mais pobre da federação.
        Tendo um professor de tua qualidade não podemos esperar outra coiisa.
        Pra encerrar, palavras fáceis de serem entendidas: vá pra p q p e também vai tonar no c…..

    3. Se esse comentário fosse uma redação, certamente, estarias reprovado! Pela ausência de elementos gramaticais, a escrita, especialmente, a fundamentação teórica.

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