A força da natureza deixou marcas de destruição em Codó na noite de segunda-feira (26).
De acordo com dados confirmados pela Defesa Civil Municipal, uma precipitação de 67,8 mm acompanhada de ventos que atingiram entre 60 e 100 km/h — conforme previsão anterior do Inmet — causou o colapso de estruturas em diversos pontos da cidade.
Um dos danos mais graves ocorreu no Hospital Geral Municipal (HGM).
A imponente fachada metálica do Pronto-Socorro, que ostentava a identificação da unidade, foi arrancada pela ventania.
A estrutura de cobertura, totalmente danificada, bloqueou o acesso principal.
Improviso para manter o atendimento
Para evitar a interrupção dos serviços de urgência e garantir que os pacientes continuem entrando pela porta principal do Pronto-Socorro, a Prefeitura de Codó agiu rápido.
Uma tenda de grande porte foi instalada de forma improvisada no local onde ficava a antiga marquise metálica.
A medida paliativa visa oferecer o mínimo de abrigo contra o sol e a chuva para quem busca atendimento e para a chegada das ambulâncias.
Planejamento e nova estrutura
Em conversa com nossa reportagem, o Secretário Municipal de Saúde, Dr. William, lamentou o ocorrido devido ao desastre natural, mas reforçou o compromisso com a assistência à população.
Segundo o secretário, o prefeito Chiquinho FC já autorizou o planejamento de uma nova estrutura para a fachada.
”O momento foi de agir rápido para não pararmos o fluxo do hospital. Esta tenda é uma solução imediata, mas o governo Chiquinho FC já está desenhando uma nova estrutura, mais segura e moderna, que será posta em prática o mais breve possível para devolver a dignidade e a segurança ao nosso HGM”, afirmou o Dr. William.
Enquanto a obra definitiva não começa, a Defesa Civil segue monitorando outros prédios públicos que possam vir a sofrer danos estruturais com as tempestades, assim como toda a cidade de Codó
Por Acélio Trindade

