Todos que estiveram ontem, 29, em duas salas do prédio da UEMA/Codó, trabalham no município com Educação Infantil, considerada uma das mais importantes fases do ensino-aprendizagem no país. As professoras estão iniciando um ciclo de formação continuada promovido pelo PACTO NACIONAL PELA APRENDIZAGEM NA IDADE CERTA – PNAIC.
128 professores participarão destes encontros de capacitação. Ao todo serão oito, de forma continuada, e aquele que participa tem a responsabilidade de se tornar um multiplicador de seu aprendizado. Os formadores estão discutindo com quem está no cotidiano das escolas, entre outros temas, os seis principais direitos de aprendizagem na infância.
“Os seis direitos de aprendizagem, o conviver, o participar, o brincar, o expressar-se, o interagir, o explorar e aí é fundamental o professor ter a noção porque ele não pode privar o aluno desse momento de aprendizagem porque esses seis direitos vão garantir desenvolvimento das crianças”, explicou a formadora e supervisora escolar professora Adivanisse Vieira Santos em entrevista à TV Mirante
Os encontros, assim como o primeiro de ontem, serão também espaços para exposição das vivências de cada um, suas dificuldades e avanços. Todos eles poderão se expressar e buscar soluções até usando rimas, como registramos, fazendo, a bem humorada professora Decilane Moreira.
“Conhecimento, metodologia e informação, são muitas coisas oferecidas em uma capacitação, os momentos de reflexão tenho corrido com troca de experiência e momentos vividos, só pra lembrar que se tudo aprendido eu não executar não valeu aqui estar”, disse em versos de Cordel apaludida pelos colegas
Professora Nonata Leal, uma apaixonada pelo trabalho com alunos desta primeira fase escolar, gosta da troca de experiência.
“É maravilhoso a gente juntar essas experiências pra fazer novas experiências…SEMPRE TEM ALGO A APRENDER? Com certeza, conhecimento nunca é demais e quando a gente se junta tem sempre algo a aprender”, frisou
A capacitação visa, entre outras coisas, estimular uma melhor prática educacional dentro das escolas do município. Por consequência, almeja crianças melhor alfabetizadas e, claro, na idade certa.
“O que nós estamos trabalhando hoje vai se refletir no futuro, nós não iremos conseguir um fruto agora porque nós sabemos que educação é algo lento. Estamos plantando uma sementinha para daqui há um ano, dois, começarmos a colher algum fruto”, finalizou o sábio e sempre educado professor Francisco Carlos Rodrigues Luz

